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31 de agosto de 2010

Prefeitura afirma que Canguçu oferece “um dos melhores serviços de saúde da Região Sul”

A Prefeitura de Canguçu, através de sua assessoria de imprensa, divulgou nesta segunda-feira (30) um balanço sobre o serviço público de saúde oferecido no município.

Segundo a Administração Municipal, trata-se de “um dos melhores serviços de saúde da Região Sul”. Para sustentar a defesa, são citadas ações que apóiam financeiramente o Hospital de Caridade, com recurso orçamentário próprio, que em 18 meses ultrapassa R$ 1,4 milhão.

O serviço gratuito por meio dos postos de Estratégia de Saúde da Família (PSFs) também são citados na nota, a qual afirma os seguintes números de atendimentos mensais:

- 3.187 famílias atendidas;
- 2.748 visitas domiciliares;
- 12 grupos – Educação em Saúde – HIPERDIA;
- 13 atividades bucais;
- 1.616 consultas médicas;
- 640 consultas odontológicas;
- 2.150 atendimentos de enfermagem.

*Números referentes ao atendimento prestados à famílias dos bairros Triângulo, Vila Nova e Fonseca.

Fala, leitor!
Como você avalia os serviços na área de saúde oferecidos pelo município?

Farmácia São João realiza serviço de plantão até sábado

Farmácia São João
Rua General Osório, 1063
Telefone: 3252-1496
Plantão: 28 de agosto a 4 de setembro

14 de agosto de 2010

Farmácia Associadas III inicia serviço de plantão

Farmácia Associadas III
Rua General Osório, 1173
Telefone: 3252-1216
Plantão: 14 de agosto a 21 de agosto

13 de agosto de 2010

Hospital de Caridade de Canguçu recebe R$ 180 mil para aquisições

Já está na conta bancária do Hospital de Caridade de Canguçu o valor de R$ 180 mil solicitados pelo deputado estadual Nelson Härter (PMDB) através de emenda parlamentar. A verba deverá ser aplicada na aquisição de medicamentos, equipamentos para o sistema de ar condicionado da UTI pediátrica e neonatal e material permanente.

De acordo com a direção da instituição, cerca de 83% dos atendimentos são feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e provenientes de municípios vizinhos.

“Somos solidários com a questão da saúde e sabemos das dificuldades que enfrenta o Hospital de Canguçu. Felizmente tivemos êxito no encaminhamento. Estou satisfeito em poder ajudar”, declarou Härter, que ontem visitou a direção. A demanda foi pauta de reunião em fevereiro passado, quando o deputado esteve acompanhado do diretor administrativo, Fernando de Melo Gomes, no gabinete do chefe da Casa Civil, Otomar Vivian.

Informações: Assessoria de Imprensa do deputado estadual Nelson Härter

12 de agosto de 2010

Vacinação Infantil acontece no sábado; confira o roteiro

A Vacina da Poliomielite vai proteger crianças de até 5 anos de idade contra a paralisia infantil. Pais que possuem filhos com essa faixa etária devem levá-los até o Posto de Vacinação neste sábado, dia 14.

-> Confira o roteiro na cidade e no interior

7 de agosto de 2010

Farmácia Campos inicia serviço de plantão

Farmácia Campos
Rua General Osório, 1325
Telefone: 3252-1824
Plantão: 7 de agosto a 14 de agosto

3 de agosto de 2010

Secretários da saúde alertam que Incentivo à Atenção Básica proposto pelo Estado não é política permanente

A instituição do Incentivo Estadual para Atenção Básica, em junho, pelo Governo do Estado, não é uma política permanente de financiamento do setor, não atendendo a reivindicação histórica dos secretários municiais da Saúde. Segundo o Governo, a medida apoiará os municípios gaúchos na ampliação e na qualificação da saúde de acordo com os princípios e diretrizes da política estadual, com investimento de R$ 15 milhões, o que corresponde a cerca de R$ 1,38 ao ano por habitante. “É o mesmo que dizer que não tem recursos para a atenção básica”, afirma o presidente da Associação dos Secretários e Dirigentes Municipais de Saúde (Assedisa/RS), Arilson Cardoso. “Esse decreto nasce morto, frustrando toda a expectativa dos secretários da saúde que fazem um movimento histórico”.

A Assedisa reivindicava o valor de R$ 15 por habitante/ano, o que corresponderia o montante de R$ 163 milhões. “O incentivo pode ser um engodo”, critica Arilson Cardoso. “Amanhã ou depois poderá ser retirado, por isso queremos um projeto de lei”.

A entidade defende a criação do Piso de Atenção Básica no Estado, a exemplo do que ocorre em nível nacional. “Tentamos implementar o piso com emenda no Orçamento do final do ano passado, que não obteve aprovação na Assembleia Legislativa”, disse. Para a Assedisa, a necessidade de recursos para o financiamento das ações de saúde é constante, uma vez que o Estado não cumpre a Emenda Constitucional 29. “Os municípios têm de colocar cada vez mais recursos próprios para manterem os serviços de saúde, tendo em vista que o custo das ações básicas é elevado”, destaca o presidente.

Arilson considera que no momento em que se aceita incentivos pulverizados, há um esvaziamento da reivindicação principal de se ter um piso único para aplicar na atenção básica. “Estamos aceitando a política indutória da SES, que destina recursos para áreas que nem sempre são prioritárias para os municípios”, considerou. “Não há absolutamente nada contrário ao fato de que o governo do Estado tenha a sua política de saúde, mas temos que ter políticas universais e permanentes e somente o Piso poderá garantir isso.”

Para a vice-presidente da Assedisa, Fábia Richter Antunes, o incentivo é importante porque permite que os municípios possam adequar as atividades e programas a sua realidade. “A forma de repasse, fundo a fundo, é ideal. Agora, é certo que o valor deve ser melhorado”, disse. Segundo Fábia, tendo em vista as dificuldades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), os municípios vêm fazendo a Atenção Básica, sem a ESF, com o modelo antigo por ser mais barato e mais seguro juridicamente. “Os municípios que têm problemas para a contratação, que estão com o percentual da folha comprometido, ou que não encontram médicos, agora contam com esse incentivo”, destaca. “Mesmo que pequeno, é um recurso que permitirá ampliar ou melhorar as atividades de Atenção Básica, independentemente do ESF”.

O médico sanitarista Marcos Antônio de Oliveira Lobato, da secretaria da Saúde de Gravataí, também manifesta discordância com o valor apresentado pelo Estado, segundo ele “muito baixo, em relação ao que se esperava para impactar para os municípios”. De acordo com Lobato, os municípios com população abaixo dos dez mil habitantes terão seus recursos reduzidos, apesar de o volume total investido ter aumentado.

O médico explica que outras políticas de incentivo existentes, como o Inverno Gaúcho, já contavam com um orçamento de cerca de R$ 5 milhões. Assim, o recurso realmente novo para a Atenção Básica é de apenas R$ 10 milhões, do total de R$ 15 milhões anunciados pelo Estado. “Para os grandes municípios houve uma melhora, mas para os pequenos a perda será substancial”, aponta.

Através do programa Inverno Gaúcho, por exemplo, os pequenos municípios recebiam cerca de R$ 6 mil por unidade de saúde em funcionamento nos meses de inverno. Agora, o valor será repassado de acordo com a população. “Os municípios menores têm maior dificuldade de trazer os médicos e na contratação de serviços em quantidade reduzida”, exemplifica. “Os municípios maiores, se bem administrados, têm melhores condições de adquirir insumos a valores mais baixos. Médicos e enfermeiros também são contratados de forma mais fácil”.

Informações: Assessoria de Imprensa da Assedisa/RS

31 de julho de 2010

Farmácia Osório realiza serviço de plantão até o dia 6

Farmácia Osório
Rua General Osório, 1387
Telefone: 3252-3564
Plantão: 31 de julho a 6 de agosto

24 de julho de 2010

17 de julho de 2010

Farmácia Avenida inicia serviço de plantão

Farmácia Avenida
Avenida 20 de Setembro, 443
Telefone: 3252-1941
Plantão: 17 a 24 de julho

13 de julho de 2010

Hemocentro necessita com urgência de sangue tipo O e A

O Hemocentro Regional de Pelotas (Hemopel) necessita com urgência de sangue tipo O+, O- e A-. O Hemopel abastece o Hospital São Francisco de Paula, o Pronto Socorro de Pelotas, a Beneficência Portuguesa e outros sete municípios da região. As doações podem ser realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e no primeiro sábado de cada mês, das 8h às 13h, no prolongamento da avenida Bento Gonçalves, 4.569, próximo do Colégio Municipal Pelotense. Mais informações pelos telefones 3225.7262 e 3222.3002, ou pelo e-mail hemopel@fepps.rs.gov.br.

10 de julho de 2010

Bairros Fonseca e Vila Nova ganharão Postos de Saúde da Família

Já se encontra em processo de licitação o projeto que prevê a construção de mais dois Postos de Estratégia de Saúde da Família. Um será no Bairro Fonseca, e o outro na Vila Nova.

Além da estrutura básica, haverá ampliação do espaço físico das salas de recepção, de reuniões e de vacinação. Novos profissionais devem ser contratados para reforçar o atendimento à população. Os Postos de Estratégia de Saúde da Família oferecem acompanhamento do estado clínico dos pacientes à domicílio.

Farmácia Arndt realiza serviço de plantão até o dia 17

Farmácia Arndt
Rua José Albano de Souza, 88
Telefone: 3252-1044
Plantão: 10 de julho a 17 de julho

Portadores de deficiência e APAE recebem 25 cadeiras de roda neste domingo

Neste domingo (11) acontece a entrega de 25 cadeiras de rodas a pessoas portadoras de deficiência e à APAE. Os contemplados foram escolhidos através de levantamento feito pela Secretaria de Saúde.

A ação de cidadania da Igreja dos Mórmons vai promover a entrega dos equipamentos na Rua Júlio de Castilhos, 599, nas proximidades do Fórum local.

8 de julho de 2010

Alerta à população de Canguçu sobre o consumo de água contaminada

Farmacêutica bioquímica Elisa Bettin usa reportagem veiculada em Zero Hora para esclarecer o assunto aos leitores

Elisa Bettin, coordenadora do Laboratório de Análise de Águas e Efluentes, que funciona em conjunto com o Laboratório Grace Bettin, faz um alerta a quem utiliza água de poço no município de Canguçu. A população precisa estar consciente de que só deve consumir água potável e limpa, livre de bactérias. A orientação parece ser redundante, mas uma reportagem veiculada pelo jornal Zero Hora em junho chamou atenção da profissional.

“Bactérias causam infecções em crianças, idosos e em pessoas debilitadas, as principais vítimas de diarréia. Para isso não acontecer, tem que se tratar adequadamente cada poço artesiano, dependendo do seu tamanho e da sua localização”, explica a profissional

O Laboratório de Análises Clínicas Grace Bettin presta o serviço de análise de água e efluentes, que atende indústrias, restaurantes, abatedouros e residências (com análise de cacimbas). O serviço ainda é uma novidade na Zona Sul. O contato pode ser feito através do telefone (53) 3252-1803 ou diretamente na Rua General Osório, 1.120. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h.

Contaminação na zona rural de Jaguari serve de exemplo
O jornal Zero Hora divulgou no final de junho que a água utilizada pela população rural de Jaguari, analisada pelo laboratório regional da 4ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRE), em Santa Maria, teve resultado alarmante.

Durante meses, a equipe técnica da Vigilância Sanitária coletou amostras na zona rural do município e, em 90% das localidades, a água utilizada para consumo humano foi considerada imprópria.

Para solucionar o problema, prefeitura e vigilância sanitária firmaram parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Chefe do departamento da Saúde da Comunidade da, Júlio Medeiros desenvolveu um sistema de clorador artesanal feito com tubos de PVC.

O projeto de Medeiros consiste em um sistema instalado no cano que leva a água do poço até o reservatório de água. Dentro dos tubos ficam quatro ou cinco pastilhas de cloro. Assim, a água fica protegida contra a contaminação até sua utilização nas residências.

Cada clorímetro custa R$ 110, de acordo com o farmacêutico Leonardo Viero, coordenador da Vigilância Sanitária de Jaguari. Até o final do ano, todas as localidades que necessitarem receberão um clorímetro da prefeitura.

Em Caixa D’Água, primeiro vilarejo a ser equipado com o sistema, um posto artesiano com reservatório de 5 mil litros, agora com cloro, abastece 15 famílias. Uma delas é da dona de casa Maria Bacin de Lima, 66 anos, que aprovou a novidade:

- Antes a água era salobra, ninguém gosta disso. Agora não tem gosto de nada, como tem de ser.

Maior risco é para crianças e pessoas já debilitadas
Há uma série de doenças que podem ser contraídas através da água contaminada, entre elas a febre tifóide – que pode levar á morte. Para reduzir os maléficos à saúde, é preciso garantir que a população tenha acesso à água potável.

- um adulto que bebe essa água pode não sofrer nada. Mas se for uma criança ou uma pessoa com baixa resistência do organismo pode ter quadros de infecção intestinal ou desidratação – explica Viero.

6 de julho de 2010

Hospital de Caridade receberá R$ 412 mil para aquisição de usina de oxigênio

Depois de uma longa negociação iniciada em janeiro deste ano, o Hospital de Caridade teve aprovado no final da semana passada a liberação de R$ 412 mil pelo programa Caixa Hospitais.

Conforme o diretor do hospital, Fernando de Mello Gomes, o dinheiro será usado na aquisição de uma usina de oxigênio. Gomes afirmou que o hospital já havia usado outras vezes o programa para adquirir aparelhos.

O recurso liberado esta semana, contudo, estava bloqueado no Ministério da Saúde e sua liberação aconteceu depois de uma longa negociação feita através do gabinete do deputado federal Fernando Marroni (PT).

3 de julho de 2010

Farmácia Harmonia inicia serviço de plantão

Farmácia Harmonia
Rua General Câmara, 1865
Telefone: 3252-1953
Plantão: 3 de julho a 10 de julho

30 de junho de 2010

Canguçu recebe R$ 400 mil para construção de novo Posto de Saúde

O Governo do Estado liberou recursos para 31 municípios que integram o Programa de Prevenção da Violência (PPV). Do valor total do investimento R$ 13 milhões, mais de R$ 1 milhão será destinado às cidades de Canguçu, São Lourenço do Sul e Rio Grande para construção, ampliação e aquisição de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBS). O repasse será feito diretamente do Fundo Estadual de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde de cada cidade.

Em Canguçu, no parque Manoel João, e em São Lourenço do Sul, na localidade de Boa Esperança, serão construídas UBSs do tipo 1. Para cada município, serão disponibilizados R$ 400 mil. As UBSs tipo 1 têm área de 250 metros quadrados e devem beneficiar, cada uma, cerca de três mil famílias.

Já em Rio Grande, está prevista a instalação de uma UBS tipo 2, no bairro Castelo Branco. O Estado destinará R$ 450 mil para a construção da Unidade, que, em uma área de 305m², deve atender até seis mil famílias.

Os investimentos atendem às diretrizes do Programa Estruturante Nossas Cidades. O objetivo é qualificar o atendimento à população que reside nas regiões do Estado com os mais altos indicadores de violência.

26 de junho de 2010

Farmácia Farmacentro inicia serviço de plantão

Farmácia Farmacentro
Rua General Osório, 1260
Telefone: 3252-1185
Plantão: 26 de junho a 3 de julho

24 de junho de 2010

Audiência Pública defende os princípios da universalização e igualdade do SUS e programa agenda para que decisão do Supremo seja revista

Ontem (23) pela manhã, a Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa discutiu em audiência pública a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) quanto ao recurso de diferença de classe que permite a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) o pagamento para receber atendimento diferenciado. A ação foi impetrada pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers) atingindo o município de Giruá. Contudo, há outras ações tramitando na justiça, também movidas pelo Conselho, contra as demais plenas do Rio Grande do Sul.

O evento contou com a presença de prefeitos, gestores municipais de saúde, de representantes do controle social do SUS, do Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal e da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos. Mesmo convidados, o Cremers e o Sindicato Médico do RS (Simers) não compareceram à audiência. O deputado Gilmar Sossella, presidente da Comissão, anunciou a criação de um Grupo de Trabalho que irá desenvolver agenda visando que a decisão do STF seja revista. Um dos compromissos do grupo será uma audiência com o vice-presidente da Corte, ministro Ayres Britto, que acontecerá no dia 8 de julho em Brasília, quando será apresentado um memorial visando reverter a decisão.

Para o presidente da Associação dos Secretários e Dirigentes Municipais de Saúde, Arilson Cardoso, a decisão do STF é um golpe numa das mais importantes conquistas da sociedade civil organizada, que vem sendo aperfeiçoada faz 20 anos. “A construção do SUS foi democrática e por isso seus princípios são da universalidade e da igualdade”, disse. Segundo ele, o SUS foi implementado com base em modelos de saúde como da Inglaterra, Canadá e Cuba, mas hoje supera a todos eles. “O mais grave é que a decisão cria o cidadão de segunda categoria, à medida que uns terão privilégio no atendimento mediante o pagamento a mais pelo serviço”.

Arilson defendeu a luta para que haja uma legislação clara que garanta a porta de acesso no SUS. De acordo com o presidente, até aqui o SUS se regulou a partir da Constituição Federal e pelas portarias que foram negociadas de forma tripartite. “Não podemos mais ser surpreendidos por julgamentos equivocados por falta de normas legais e de informações consistentes”, disse.

O presidente do Conselho Estadual da Saúde, Carlos Duarte, disse que o SUS enfrenta ataques desde a sua criação, em 1988, por ter em seu princípio a contrariedade à mercantilização da saúde. “Todos os dias temos que enfrentar esse tipo de ataque, ao invés de estarmos no Conselho ou nas diversas instâncias de controle social buscando políticas públicas de saúde que atendam as demandas e necessidades da população”, desabafou. “Não temos tido outra saída senão o confronto com essas instituições que não defendem o sistema público de saúde e nem os direitos da sociedade”.

Duarte apontou ainda que, pela decisão do STF, somente médicos teriam acesso a uma remuneração maior, enquanto o serviço de saúde é prestado por diversos profissionais, entre eles os enfermeiros e nutricionistas. “Saúde não se faz só com médicos e outros profissionais não receberiam por atender ao serviço privado”, disse. “É certo que SUS que queremos e precisamos ainda não foi alcançado. Reconhecemos que o financiamento é precário e que o Rio Grande do Sul é o Estado que menos investe em saúde”.

A vice-presidente Sul do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Fábia Richter Antunes, cobrou da Assembleia um projeto de lei que inviabilize a aplicação da decisão do Supremo no Rio Grande do Sul. “A sociedade precisa despertar para o perigo que está posto”, disse. “Temos que organizar uma mobilização, nos posicionando de que lado estamos. Queremos manter o acesso igualitário da população e que aquilo que construímos no sistema de saúde seja assegurado”, disse.

Fonte: Agência Comunicar Brasil