A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deverá investir na compra de pêssego in natura na safra 2010-11. A possibilidade foi confirmada na segunda-feira (dia 30), em Pelotas, durante reunião entre os representantes da cadeia produtiva do pêssego com o diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sílvio Porto.
Os detalhes de como será feita a entrega da fruta in natura deverão ser definidos por uma comissão técnica formada por produtores e representantes de entidades ligadas à cadeia produtiva como a Embrapa e a Emater.
Porto explicou que a Conab tem condições de comercializar pêssego in natura, mas para isso é necessário um acordo entre produtores e indústrias. “Por isso criamos essa comissão técnica que no dia 8 de setembro fará a sua primeira reunião para apresentar algumas sugestões de como esse trâmite pode ser feito”, disse.
A possibilidade de incluir o pêssego na merenda escolar também foi apresentada e agradou os produtores. No ano passado a Conab destinou R$ 6 milhões para a compra da fruta. “Em 2009 a negociação rendeu um lucro de R$ 1,5 mil por família em produtos adquiridos. Este ano temos o compromisso de, pelo menos, manter esse valor, mas vamos tentar dobrar o volume de recursos para cada família”, disse. O aumento dos recursos envolvidos no negócio poderá sair dos cofres Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Informações: Assessoria de imprensa do deputado federal Fernando Marroni
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31 de agosto de 2010
7 de agosto de 2010
Tabaco: Cadeia produtiva quer sensibilizar decisão brasileira pró-Burley
Representantes da cadeia produtiva do tabaco reuniram-se na tarde de quinta-feira (05) na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul, para definir ações de sensibilização do Governo do Brasil numa decisão perante a questão da limitação do uso de ingredientes na fabricação do cigarro.
A maior preocupação do setor é a reunião COP4 da Convenção-Quadro do Controle do Tabaco, que ocorrerá em novembro, no Uruguai, onde poderão ser implementadas diretrizes que inviabilizarão a produção do burley.
No fim do mês de junho encerrou o prazo para a definição do Governo do Brasil referente aos artigos 9 e 10, que sugerem a proibição dos ingredientes usados na fabricação de produtos de tabaco, que trará sérios problemas à produção do burley.
O Governo Brasileiro não anunciou a sua definição e acredita-se que, ao conhecer a realidade do setor tabaco, o que esta proibição irá fazer a 50 mil famílias de produtores, isso sem falar nos milhares de trabalhadores diretos e indiretos, o Brasil se posicionará contrário a esta proibição. A partir da segunda quinzena de agosto, os representantes deverão percorrer os Ministérios, em Brasília, e levarão documentos com a realidade do setor tabaco.
Do encontro participaram entidades representativas dos fumicultores e da indústria do tabaco.
Informações: Departamento de Comunicação da Afubra
A maior preocupação do setor é a reunião COP4 da Convenção-Quadro do Controle do Tabaco, que ocorrerá em novembro, no Uruguai, onde poderão ser implementadas diretrizes que inviabilizarão a produção do burley.
No fim do mês de junho encerrou o prazo para a definição do Governo do Brasil referente aos artigos 9 e 10, que sugerem a proibição dos ingredientes usados na fabricação de produtos de tabaco, que trará sérios problemas à produção do burley.
O Governo Brasileiro não anunciou a sua definição e acredita-se que, ao conhecer a realidade do setor tabaco, o que esta proibição irá fazer a 50 mil famílias de produtores, isso sem falar nos milhares de trabalhadores diretos e indiretos, o Brasil se posicionará contrário a esta proibição. A partir da segunda quinzena de agosto, os representantes deverão percorrer os Ministérios, em Brasília, e levarão documentos com a realidade do setor tabaco.
Do encontro participaram entidades representativas dos fumicultores e da indústria do tabaco.
Informações: Departamento de Comunicação da Afubra
6 de agosto de 2010
Encontro realizado em Canguçu busca futuro mais promissor para a juventude rural

Aproximadamente 500 jovens participaram das atividades no Ginásio Waldemar Frederico Bosenbecker
A Emater/RS-Ascar promoveu nesta tarde, em Canguçu, o Encontro Regional de Jovens Rurais, no Ginásio Municipal de Esportes Waldemar Frederico Bosenbecker. O evento busca integrar ações para o desenvolvimento de perspectivas de um futuro mais promissor para a juventude rural. Aproximadamente 500 pessoas, entre jovens e autoridades participaram do encontro.
O gerente adjunto da Emater/RS-Ascar Regional Pelotas, que no evento representou a presidenta da Emater/RS, Águeda Marcéi Mezoma, destacou os esforços da Instituição em promover a permanência do jovem na zona rural. “Nosso trabalho é no sentido de dar oportunidades à juventude, oferecendo cursos de qualificação, opções de lazer e geração de renda”, destacou. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Canguçu, Pedro Adão Schiavon, disse que “promover a integração do jovem rural para que ele venha participar do desenvolvimento do Rio Grande do Sul é uma das ações mais importantes a ser desenvolvida”.
A assistente técnica estadual da Emater/RS-Ascar, Vera Carvalho, apresentou o programa Rio Grande Jovem. Segundo ela a Emater/RS-Ascar está preocupada em articular toda a sua ação estadual buscando valorizar a juventude rural. “O jovem, uma vez articulado, poderá adaptar-se à sua região. Trabalhamos no sentido de trazer uma perspectiva para a permanência da mulher jovem, pois o meio rural tem dificuldades em valorizar a mulher”, disse Vera.
Vera informou que o turismo e a agroindústria são dois segmentos nos quais os jovens estão bastante inseridos, pois são a oportunidade que eles tem de conseguir sua independência financeira. “Encontra-se muita dificuldade do jovem permanecer no campo, a educação está distante do meio rural. As oportunidades de qualificação do jovem rural são menores que a do urbano”, disse. Ela destacou que o encontro já produziu resultados concretos e imediatos em relação à articulação de políticas públicas em prol da juventude rural, com o comprometimento da prefeitura em estimular ações nesse sentido.
O Encontro Regional de Jovens Rurais faz parte da Frente Programática da Emater/RS-Ascar Rio Grande Jovem, que trabalha quatro eixos voltados para a juventude: Acesso ao Lazer, Educação de Qualidade, Inclusão Cultural e Geração de Trabalho e Renda. Nesses eixos há uma articulação efetiva e um trabalho estruturado. As ações do Rio Grande Jovem são demandadas da base para cima. São realizadas diversas atividades, como capacitação das lideranças jovens, apoio e fortalecimento das organizações, acesso ao crédito, seminários municipais e cursos de qualificação profissional. Em todo o Estado, cerca de 21 mil jovens são assistidos pela Emater/RS-Ascar.
No evento também foi entregue o Destaque Rio Grande Jovem, premiação que valoriza o empenho de jovens que realizam atividades relevantes no meio rural. Os prêmios foram divididos entre os quatro eixos de trabalho da Frente Programática Rio Grande Jovem, e os extensionistas destaques em cada eixo também foram homenageados.
Na parte da tarde foram realizados apresentações culturais e painéis de valorização do trabalho, onde os jovens rurais falaram sobre suas vivências, dividindo as experiências em diversas áreas ligadas à agricultura e à pecuária. Também foi feita, pela equipe da Prefeitura de Canguçu, a apresentação do Programa Adolescência Sadia. O engenheiro agrônomo Ainor Lotério falou sobre a valorização do jovem rural, promovendo um momento de descontração. No encerramento, a equipe do escritório municipal da Emater/RS-Ascar de Canguçu apresentou as principais demandas dos jovens rurais da zona sul.
Foto e informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional Pelotas
2 de agosto de 2010
Canguçu sedia Encontro Regional de Jovens Rurais nesta semana
A Emater/RS-Ascar promove, na próxima sexta-feira (6), o 3º Encontro Regional de Jovens Rurais, desta vez na Zona Sul do Estado, no município de Canguçu. O evento acontece a partir das 9h, no Ginásio Municipal de Esportes Waldemar Frederico Bosenbecker, como forma de promover as ações que a Emater/RS-Ascar desenvolve para a inclusão social e econômica do jovem rural.
Aproximadamente 900 jovens rurais devem participar do evento, promovido pelo Governo do Estado e Emater/RS-Ascar em parceria com a Prefeitura de Canguçu, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, União das Associações Comunitárias do Interior de Canguçu (Unaic) e Escola Técnica de Canguçu (Etec).
Para a assistente técnica regional da Emater/RS-Ascar, Cléria Jacondino, “o Encontro cria a oportunidade de se estabelecerem relações de parcerias para a efetivação do trabalho com os jovens rurais de acordo com sua realidade dentro das localidades em que vivem”.
Na programação estão previstas apresentações culturais com grupos de danças étnicas. A vivência do jovem rural será debatida na parte da tarde, no Painel de Valorização do Trabalho, onde serão discutidas a produção de sementes de batata, diversificação produtiva e agroindústria, acesso ao crédito fundiário e rural, organização rural e sindicalismo e segurança alimentar.
O Encontro Regional de Jovens Rurais faz parte de uma das Frentes Programáticas da Emater/RS-Ascar, o Rio Grande Jovem, que tem como enfoque principal os processos educativos, no lazer e no exercício da cidadania, desenvolvendo perspectivas de um futuro mais promissor, promovendo e incentivando ações baseadas no aprimoramento de habilidades para a geração de trabalho e renda.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional Pelotas
Aproximadamente 900 jovens rurais devem participar do evento, promovido pelo Governo do Estado e Emater/RS-Ascar em parceria com a Prefeitura de Canguçu, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, União das Associações Comunitárias do Interior de Canguçu (Unaic) e Escola Técnica de Canguçu (Etec).
Para a assistente técnica regional da Emater/RS-Ascar, Cléria Jacondino, “o Encontro cria a oportunidade de se estabelecerem relações de parcerias para a efetivação do trabalho com os jovens rurais de acordo com sua realidade dentro das localidades em que vivem”.
Na programação estão previstas apresentações culturais com grupos de danças étnicas. A vivência do jovem rural será debatida na parte da tarde, no Painel de Valorização do Trabalho, onde serão discutidas a produção de sementes de batata, diversificação produtiva e agroindústria, acesso ao crédito fundiário e rural, organização rural e sindicalismo e segurança alimentar.
O Encontro Regional de Jovens Rurais faz parte de uma das Frentes Programáticas da Emater/RS-Ascar, o Rio Grande Jovem, que tem como enfoque principal os processos educativos, no lazer e no exercício da cidadania, desenvolvendo perspectivas de um futuro mais promissor, promovendo e incentivando ações baseadas no aprimoramento de habilidades para a geração de trabalho e renda.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional Pelotas
24 de julho de 2010
Zona Sul aperfeiçoa programa de desenvolvimento e pesquisa em pecuária leiteira
A Emater/RS-Ascar, a Embrapa Clima Temperado e a Ufpel são parceiros no Programa Municipal de Desenvolvimento de Pecuária Leiteira, que tem seis unidades de referência tecnológica no município de Pelotas. Visando aumentar a abrangência do programa para toda a região do Corede Sul, representantes de entidades estiveram reunidos nessa semana na Estação Experimental Terras Baixas, em Pelotas.
No encontro, o gerente do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Pelotas, Lair Pereira Corrêa, o chefe geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior, e demais representantes das entidades discutiram a estruturação do Programa Municipal de Desenvolvimento de Pecuária Leiteira e a possibilidade de firmar um acordo de cooperação técnica entre Emater/RS-Ascar, Embrapa Clima Temperado, Ufpel, Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Associação de Municípios da Zona Sul para coordenação e gestão do Programa. Além das seis unidades em Pelotas, serão instaladas mais 21 nos municípios da Zona Sul, totalizando 27 unidades de referência tecnológica (URT).
No encontro, o gerente do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Pelotas, Lair Pereira Corrêa, o chefe geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior, e demais representantes das entidades discutiram a estruturação do Programa Municipal de Desenvolvimento de Pecuária Leiteira e a possibilidade de firmar um acordo de cooperação técnica entre Emater/RS-Ascar, Embrapa Clima Temperado, Ufpel, Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Associação de Municípios da Zona Sul para coordenação e gestão do Programa. Além das seis unidades em Pelotas, serão instaladas mais 21 nos municípios da Zona Sul, totalizando 27 unidades de referência tecnológica (URT).
23 de julho de 2010
Líder na produção de milho, Canguçu busca por melhores resultados
Canguçu ostenta o título de número um no cultivo de milho do Estado, com cerca de 30 mil hectares dedicados à cultura, mas amarga o reconhecimento de ter a produtividade média abaixo da estadual. Enquanto o Rio Grande do Sul colheu 2,7 mil quilos por hectare nos últimos 10 anos, no mesmo período, o município não alcançou nem cerca de 1,8 mil quilos.
Para mudar esse panorama que atinge toda a região sul do Estado, foi criada a campanha Colha Mais Milho com o desafio de elevar a produtividade média na região para 4,8 mil sem aumentar a área de plantio.
Iniciada no começo do ano de forma isolada em Canguçu e Pelotas, o programa do governo do Estado será estendido a outros 19 municípios e terá um período mínimo de cinco anos. O produtor Nei da Veiga, de Canguçu, que participou das lavouras demonstrativas do projeto, já viu os benefícios. Veiga colheu 6 mil quilos por hectare, número muito superior aos 1,8 mil quilos que ele obtinha antes da implementação do projeto.
– Agora, com a orientação correta, obtive resultado – explica.
De acordo com Evair Ehlert, extensionista da Emater, a produtividade da região diminuiu nos últimos anos em decorrência das intempéries do clima e da falta de informações dos produtores sobre tecnologias que podem evitar tais perdas.
Como este desempenho aquém do potencial, a Cosulati, por exemplo, gastou cerca de R$ 3,3 milhões só neste primeiro semestre na compra de milho para produção de ração.
Fonte: Zero Hora
Para mudar esse panorama que atinge toda a região sul do Estado, foi criada a campanha Colha Mais Milho com o desafio de elevar a produtividade média na região para 4,8 mil sem aumentar a área de plantio.
Iniciada no começo do ano de forma isolada em Canguçu e Pelotas, o programa do governo do Estado será estendido a outros 19 municípios e terá um período mínimo de cinco anos. O produtor Nei da Veiga, de Canguçu, que participou das lavouras demonstrativas do projeto, já viu os benefícios. Veiga colheu 6 mil quilos por hectare, número muito superior aos 1,8 mil quilos que ele obtinha antes da implementação do projeto.
– Agora, com a orientação correta, obtive resultado – explica.
De acordo com Evair Ehlert, extensionista da Emater, a produtividade da região diminuiu nos últimos anos em decorrência das intempéries do clima e da falta de informações dos produtores sobre tecnologias que podem evitar tais perdas.
Como este desempenho aquém do potencial, a Cosulati, por exemplo, gastou cerca de R$ 3,3 milhões só neste primeiro semestre na compra de milho para produção de ração.
Fonte: Zero Hora
21 de julho de 2010
Canguçu sedia Cursos de Bovinocultura Leiteira
Foto: Divulgação

Atividades que garantem a sustentabilidade do produtor: curso acontece a partir do dia 9 de agosto até o dia 13
Em um período onde o preço do leite pago ao produtor encontra-se abaixo do esperado, a solução para garantir a sustentabilidade da propriedade pode estar na qualificação e profissionalização. Para tanto, a Emater/RS-Ascar, a Cosulati e a Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocerg) estão realizando, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Curso de Bovinocultura Leiteira no Centro de Qualificação Profissional da Emater (Cetac) em Canguçu.
O curso acontece no próximo dia 9 de agosto e se estende até dia 13. Para os cooperativados será sem, basta procurar a Emater/RS-Ascar e a Cosulati para efetivar a inscrição. Para este ano estão previstos ainda outros seis cursos de bovinocultura leiteira.
Desde a inauguração do Cetac, 2,8 mil pessoas já participaram do curso. Nele, o agricultor recebe informações sobre o mercado, alimentação, sanidade, reprodução, higiene, qualidade do leite, ordenha, criação correta de terneiras e gerenciamento da propriedade. O retorno é imediato: em cerca de 15 dias os primeiros resultados já são observados.
Mara Saalfeld, extensionista da Emater/RS-Ascar, afirma que não é o preço pago pelo litro do leite que dá sustentabilidade à atividade, e sim o custo de produção. “O produtor precisa de profissionalização, aprender a produzir mais com menor custo. Obter uma maior quantidade de leite por vaca para a partir disso obter o lucro.”
Leite - Em 2010, o aumento do preço do leite aconteceu fora de época, de fevereiro a março e a partir do mês de junho, começou a diminuir. Hoje, eles vão de R$ 1,26 a R$ 1,29 nos postos de vendas, o que acabou refletindo nos valores recebidos pelo produtor. O período “vazio” na produção de leite acontece quando diminuem as pastagens de verão e nativas e as cultivadas ainda não desenvolveram, com menos disponibilidade alimentar. Ocorre a diminuição da produção e consequente aumento do preço do leite.
Segundo Mara, o grande aumento do preço em fevereiro acabou baixando o consumo do leite, com a consequente queda na procura, o valor pago pelo litro despencou para que o consumidor continuasse a adquirir o produto. Outro fator importante é a entrada de leite em pó da Argentina e do Uruguai a preços mais baixos. “O comércio está importando leite a R$ 5.632,00 a tonelada, bem abaixo do que era comercializado. Temos muita oferta e em conseqüência disso, o preço baixou”, diz Mara

Atividades que garantem a sustentabilidade do produtor: curso acontece a partir do dia 9 de agosto até o dia 13
Em um período onde o preço do leite pago ao produtor encontra-se abaixo do esperado, a solução para garantir a sustentabilidade da propriedade pode estar na qualificação e profissionalização. Para tanto, a Emater/RS-Ascar, a Cosulati e a Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocerg) estão realizando, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Curso de Bovinocultura Leiteira no Centro de Qualificação Profissional da Emater (Cetac) em Canguçu.
O curso acontece no próximo dia 9 de agosto e se estende até dia 13. Para os cooperativados será sem, basta procurar a Emater/RS-Ascar e a Cosulati para efetivar a inscrição. Para este ano estão previstos ainda outros seis cursos de bovinocultura leiteira.
Desde a inauguração do Cetac, 2,8 mil pessoas já participaram do curso. Nele, o agricultor recebe informações sobre o mercado, alimentação, sanidade, reprodução, higiene, qualidade do leite, ordenha, criação correta de terneiras e gerenciamento da propriedade. O retorno é imediato: em cerca de 15 dias os primeiros resultados já são observados.
Mara Saalfeld, extensionista da Emater/RS-Ascar, afirma que não é o preço pago pelo litro do leite que dá sustentabilidade à atividade, e sim o custo de produção. “O produtor precisa de profissionalização, aprender a produzir mais com menor custo. Obter uma maior quantidade de leite por vaca para a partir disso obter o lucro.”
Leite - Em 2010, o aumento do preço do leite aconteceu fora de época, de fevereiro a março e a partir do mês de junho, começou a diminuir. Hoje, eles vão de R$ 1,26 a R$ 1,29 nos postos de vendas, o que acabou refletindo nos valores recebidos pelo produtor. O período “vazio” na produção de leite acontece quando diminuem as pastagens de verão e nativas e as cultivadas ainda não desenvolveram, com menos disponibilidade alimentar. Ocorre a diminuição da produção e consequente aumento do preço do leite.
Segundo Mara, o grande aumento do preço em fevereiro acabou baixando o consumo do leite, com a consequente queda na procura, o valor pago pelo litro despencou para que o consumidor continuasse a adquirir o produto. Outro fator importante é a entrada de leite em pó da Argentina e do Uruguai a preços mais baixos. “O comércio está importando leite a R$ 5.632,00 a tonelada, bem abaixo do que era comercializado. Temos muita oferta e em conseqüência disso, o preço baixou”, diz Mara
19 de julho de 2010
Produtor deve vacinar bovinos contra brucelose
Foto: Gabriela Gidi

Emater alerta que abortos geram diminuição da produção de leite
Os pecuaristas gaúchos devem ficar atentos para o prazo de vacinação das terneiras contra a brucelose. Essa zoonose pode ser transmitida ao homem através da ingestão de carne, leite e seus derivados contaminados ou pelo contato direto com animais doentes. Por isso é obrigatória a vacinação de todas as bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade.
A brucelose se manifesta principalmente por abortos nas vacas, ocorridos no terço final da gestação e com o nascimento de bezerros fracos ou mal formados. Os touros, além de transmitirem a doença para as fêmeas, através do acasalamento, apresentam deformações no aparelho reprodutivo e infertilidade.
Para vacinar, o produtor deve procurar um médico veterinário credenciado pela Inspetoria Veterinária, que por sua vez, adquire a vacina em uma agropecuária. A Emater/RS-Ascar possui programas e parcerias que incentivam o pecuarista a não perder o período indicado de vacinação do animal. “É fundamental que o produtor seja informado e esteja atento aos prazos corretos para a vacinação, e a Emater trabalha para isso”, diz o gerente regional de Pelotas, Lair Corrêa.
O produtor que não vacinar o seu gado e tiver animais contaminados acaba por perder todo o leite produzido e, como a infecção animal causa aborto, ocorre também uma consequente diminuição no rebanho. Além desse prejuízo financeiro, o produtor não poderá tira a Guia de Trânsito Animal, e por isso, a movimentação fica trancada dentro da propriedade, não sendo possível vender nenhum animal.
A baixa eficiência reprodutiva dos animais e a diminuição da produção do rebanho acarretam diversas perdas. A ocorrência de abortos gera um aumento do intervalo entre partos, o que leva à diminuição da produção de leite. Estima-se que a redução da produção de carne e leite seja em torno de 25% e que o decréscimo da produção de bezerros seja de 15%.
A brucelose bovina é considerada pela Saúde Pública uma doença ocupacional. Isso porque os profissionais que trabalham com os animais estão mais expostos a ela. Esta zoonose é considerada um sério problema de Saúde Pública e Veterinária no Brasil, particularmente também pelas perdas econômicas que acarreta. Por isso a imunização é obrigatória desde 2001, quando o Governo criou o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal. Ele tornou rigoroso o controle e a certificação de propriedades livres destas enfermidades.

Emater alerta que abortos geram diminuição da produção de leite
Os pecuaristas gaúchos devem ficar atentos para o prazo de vacinação das terneiras contra a brucelose. Essa zoonose pode ser transmitida ao homem através da ingestão de carne, leite e seus derivados contaminados ou pelo contato direto com animais doentes. Por isso é obrigatória a vacinação de todas as bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade.
A brucelose se manifesta principalmente por abortos nas vacas, ocorridos no terço final da gestação e com o nascimento de bezerros fracos ou mal formados. Os touros, além de transmitirem a doença para as fêmeas, através do acasalamento, apresentam deformações no aparelho reprodutivo e infertilidade.
Para vacinar, o produtor deve procurar um médico veterinário credenciado pela Inspetoria Veterinária, que por sua vez, adquire a vacina em uma agropecuária. A Emater/RS-Ascar possui programas e parcerias que incentivam o pecuarista a não perder o período indicado de vacinação do animal. “É fundamental que o produtor seja informado e esteja atento aos prazos corretos para a vacinação, e a Emater trabalha para isso”, diz o gerente regional de Pelotas, Lair Corrêa.
O produtor que não vacinar o seu gado e tiver animais contaminados acaba por perder todo o leite produzido e, como a infecção animal causa aborto, ocorre também uma consequente diminuição no rebanho. Além desse prejuízo financeiro, o produtor não poderá tira a Guia de Trânsito Animal, e por isso, a movimentação fica trancada dentro da propriedade, não sendo possível vender nenhum animal.
A baixa eficiência reprodutiva dos animais e a diminuição da produção do rebanho acarretam diversas perdas. A ocorrência de abortos gera um aumento do intervalo entre partos, o que leva à diminuição da produção de leite. Estima-se que a redução da produção de carne e leite seja em torno de 25% e que o decréscimo da produção de bezerros seja de 15%.
A brucelose bovina é considerada pela Saúde Pública uma doença ocupacional. Isso porque os profissionais que trabalham com os animais estão mais expostos a ela. Esta zoonose é considerada um sério problema de Saúde Pública e Veterinária no Brasil, particularmente também pelas perdas econômicas que acarreta. Por isso a imunização é obrigatória desde 2001, quando o Governo criou o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal. Ele tornou rigoroso o controle e a certificação de propriedades livres destas enfermidades.
17 de julho de 2010
Canguçu é beneficiado com projeto de abastecimento de água
A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) prepara a elaboração dos projetos de sistema de abastecimento de água (SAA) nas chamadas áreas especiais, que são comunidades remanescentes de quilombos, assentamentos e comunidades rurais de vinte estados brasileiros, informa o coordenador regional da Funasa/RS, Gustavo de Mello.
Apenas no Rio Grande do Sul, serão 15 municípios e cerca de 1700 famílias beneficiadas por obras de SAA, no valor total estimado de R$ 290 mil. Os municípios incluídos nesta lista são: Arroio Grande, Canguçu, Capão do Cipó, Cerrito, Formigueiro, Herval, Pedras Altas, Pedro Osório, Pinheiro Machado, Piratini, Restinga Seca, São Lourenço do Sul, Sertão, Viamão e Vila Nova do Sul.
As comunidades contempladas foram definidas pelo Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (Gepac), juntamente com a Funasa, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e Casa Civil, considerando o elevado déficit de saneamento ambiental junto a essas populações e, também, a taxa de mortalidade infantil.
A partir desta semana, os prefeitos dos municípios relacionados irão receber um ofício da Funasa/RS que avisa e orienta sobre a elaboração dos projetos. “É importante que os municípios ao receberem esse ofício, sigam as orientações nele presentes, como o preenchimento do cadastro no site da Funasa (www.funasa.gov.br) no link Sigob. Sem esse cadastro os municípios perdem os benefícios a eles destinados.”, alerta Gustavo de Mello.
Apenas no Rio Grande do Sul, serão 15 municípios e cerca de 1700 famílias beneficiadas por obras de SAA, no valor total estimado de R$ 290 mil. Os municípios incluídos nesta lista são: Arroio Grande, Canguçu, Capão do Cipó, Cerrito, Formigueiro, Herval, Pedras Altas, Pedro Osório, Pinheiro Machado, Piratini, Restinga Seca, São Lourenço do Sul, Sertão, Viamão e Vila Nova do Sul.
As comunidades contempladas foram definidas pelo Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (Gepac), juntamente com a Funasa, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e Casa Civil, considerando o elevado déficit de saneamento ambiental junto a essas populações e, também, a taxa de mortalidade infantil.
A partir desta semana, os prefeitos dos municípios relacionados irão receber um ofício da Funasa/RS que avisa e orienta sobre a elaboração dos projetos. “É importante que os municípios ao receberem esse ofício, sigam as orientações nele presentes, como o preenchimento do cadastro no site da Funasa (www.funasa.gov.br) no link Sigob. Sem esse cadastro os municípios perdem os benefícios a eles destinados.”, alerta Gustavo de Mello.
Seminário Internacional de Sementes Crioulas debate ‘O hoje e o amanhã’
Foto: Christiane Congro

Palestrantes do Nepal e da Índia enriqueceram as palestras ao público
Ao longo de dois dias (15 e 16 de julho), a conservação e a multiplicação das sementes crioulas foram os temas centrais das palestras e dos debates realizados na Embrapa Clima Temperado, durante o Seminário Internacional Sementes Crioulas – ‘O hoje e o amanhã’.
“As sementes são a vida do campo e fazem parte do cotidiano dos agricultores. As práticas populares de manutenção e de melhoramento de espécies são legados deixados de pais para filhos e que vão sendo disseminadas pelo homem do campo de geração em geração”, disse o agricultor, guardião de sementes e representante da Associação Biodinâmica do Sul (ABD Sul), Juarez Filipi Pereira.
Juarez destacou ainda que existe um momento em que não se diferencia mais o ser humano do ambiente, dos alimentos, do trabalho, do solo e de outros aspectos, pois tudo passa a se tornar um único organismo, que trabalha em sinergia em prol da vida. “As sementes são esperança de vida. Eu as vivo. Se eu, por exemplo, corto uma moranga que é grande, bonita e saborosa, naturalmente conservo as sementes, com amor e dedicação. Existe um critério de julgamento, um saber valioso, envolvido no processo de seleção das sementes que serão conservadas”, enfatizou o agricultor de Barra do Ribeiro.
O trabalho de um guardião de sementes envolve diversas etapas, entre elas: escolha das melhores plantas, preparo das sementes e do solo, tratos culturais, colheita, secagem e armazenamento. “Todas essas etapas exigem dedicação e amor às sementes”, enfatizou Juarez.
A pesquisadora da Embrapa Clima Temperado, Rosa Lia Barbieri, destaca a relevância do papel dos guardiões de sementes. Durante, o evento ela ciceroneou os palestrantes do Nepal, Abishkar Subedi e Rachana Devkota e da Índia, Saujanendra Swain, que conheceram os trabalhos desenvolvidos pela Unidade. Os estrangeiros estão envolvidos com o Programa de Manejo Comunitário de Biodiversidade (CBM), do qual a Unidade faz parte. “Essa troca de experiências com os visitantes enriquece os trabalhos de pesquisa”, disse ela.
O representante da Li-Bird, do Nepal, explica que algumas ferramentas de sensibilização participativa são realizadas desde 2003, através do CBM, junto aos agricultores do país, com o objetivo de proporcionar debates sobre a importância da agrobiodiversidade e incentivar trocas de experiências e de sementes crioulas. “Validamos a metodologia de registro comunitário da biodiversidade, através de narrativas do avô para a neta que mesmo ainda criança, vai registrando e descrevendo a história evolutiva de determinada semente. Implantamos bancos comunitários de sementes, garantindo acesso seguro às sementes dentro da comunidade. Além disso, todas as sementes são conservadas de maneira tradicional, de acordo com o conhecimento da comunidade”, explicou Abishkar. Segundo ele, dados revelam que essa iniciativa proporcionou às famílias consideradas pobres um maior acesso às sementes.
O representante da MSSRF, da Índia, disse que em seu país as casas dos agricultores estão muito próximas uma das outras. “Temos uma cultura de tribos, com nove grupos étnicos importantes e que estão interessados em contribuir com a conservação das sementes crioulas, pois seu cultivo é voltado para a subsistência, assim cada agricultor é considerado um guardião de semente”, explicou. Ele disse que a Índia realizou uma iniciativa mundial pioneira quando criou, em 2005, o primeiro órgão público voltado exclusivamente para a proteção de variedades crioulas e direito dos agricultores. “Em nosso país, cada comunidade detém um banco de sementes. O agricultor entrega sementes selecionadas de sua variedade para o banco, eles registram a variedade em seu nome e a conservam por um ou dois anos. É feita a multiplicação dessas sementes e parte delas fica armazenada a longo prazo no banco de sementes nacional”, explicou Saujanendra.

Palestrantes do Nepal e da Índia enriqueceram as palestras ao público
Ao longo de dois dias (15 e 16 de julho), a conservação e a multiplicação das sementes crioulas foram os temas centrais das palestras e dos debates realizados na Embrapa Clima Temperado, durante o Seminário Internacional Sementes Crioulas – ‘O hoje e o amanhã’.
“As sementes são a vida do campo e fazem parte do cotidiano dos agricultores. As práticas populares de manutenção e de melhoramento de espécies são legados deixados de pais para filhos e que vão sendo disseminadas pelo homem do campo de geração em geração”, disse o agricultor, guardião de sementes e representante da Associação Biodinâmica do Sul (ABD Sul), Juarez Filipi Pereira.
Juarez destacou ainda que existe um momento em que não se diferencia mais o ser humano do ambiente, dos alimentos, do trabalho, do solo e de outros aspectos, pois tudo passa a se tornar um único organismo, que trabalha em sinergia em prol da vida. “As sementes são esperança de vida. Eu as vivo. Se eu, por exemplo, corto uma moranga que é grande, bonita e saborosa, naturalmente conservo as sementes, com amor e dedicação. Existe um critério de julgamento, um saber valioso, envolvido no processo de seleção das sementes que serão conservadas”, enfatizou o agricultor de Barra do Ribeiro.
O trabalho de um guardião de sementes envolve diversas etapas, entre elas: escolha das melhores plantas, preparo das sementes e do solo, tratos culturais, colheita, secagem e armazenamento. “Todas essas etapas exigem dedicação e amor às sementes”, enfatizou Juarez.
A pesquisadora da Embrapa Clima Temperado, Rosa Lia Barbieri, destaca a relevância do papel dos guardiões de sementes. Durante, o evento ela ciceroneou os palestrantes do Nepal, Abishkar Subedi e Rachana Devkota e da Índia, Saujanendra Swain, que conheceram os trabalhos desenvolvidos pela Unidade. Os estrangeiros estão envolvidos com o Programa de Manejo Comunitário de Biodiversidade (CBM), do qual a Unidade faz parte. “Essa troca de experiências com os visitantes enriquece os trabalhos de pesquisa”, disse ela.
O representante da Li-Bird, do Nepal, explica que algumas ferramentas de sensibilização participativa são realizadas desde 2003, através do CBM, junto aos agricultores do país, com o objetivo de proporcionar debates sobre a importância da agrobiodiversidade e incentivar trocas de experiências e de sementes crioulas. “Validamos a metodologia de registro comunitário da biodiversidade, através de narrativas do avô para a neta que mesmo ainda criança, vai registrando e descrevendo a história evolutiva de determinada semente. Implantamos bancos comunitários de sementes, garantindo acesso seguro às sementes dentro da comunidade. Além disso, todas as sementes são conservadas de maneira tradicional, de acordo com o conhecimento da comunidade”, explicou Abishkar. Segundo ele, dados revelam que essa iniciativa proporcionou às famílias consideradas pobres um maior acesso às sementes.
O representante da MSSRF, da Índia, disse que em seu país as casas dos agricultores estão muito próximas uma das outras. “Temos uma cultura de tribos, com nove grupos étnicos importantes e que estão interessados em contribuir com a conservação das sementes crioulas, pois seu cultivo é voltado para a subsistência, assim cada agricultor é considerado um guardião de semente”, explicou. Ele disse que a Índia realizou uma iniciativa mundial pioneira quando criou, em 2005, o primeiro órgão público voltado exclusivamente para a proteção de variedades crioulas e direito dos agricultores. “Em nosso país, cada comunidade detém um banco de sementes. O agricultor entrega sementes selecionadas de sua variedade para o banco, eles registram a variedade em seu nome e a conservam por um ou dois anos. É feita a multiplicação dessas sementes e parte delas fica armazenada a longo prazo no banco de sementes nacional”, explicou Saujanendra.
15 de julho de 2010
Embrapa sedia evento internacional de sementes crioulas
Durante esta quinta-feira e amanhã (16) a Embrapa Clima Temperado realiza o Seminário Internacional de Sementes Crioulas – O hoje e o amanhã. Agricultores, técnicos da pesquisa e extensão rural, professores e estudantes do Rio Grande do Sul, Estados vizinhos e de diversos países, poderão conhecer e trocar experiências relacionadas às perspectivas atuais de uso das sementes crioulas no Brasil e no mundo. Na ocasião, terão ainda a oportunidade de identificar alternativas que possibilitem o aumento de seu uso.
No primeiro dia do evento, a Diretora Executiva da Embrapa, Tatiana Deane de Abreu Sá, proferu palestra sobre as sementes crioulas no contexto do ecodesenvolvimento, enfocando os desafios da pesquisa e da transferência de tecnologia relacionada à temática. Após a palestra de abertura, o professor da UFSC, Rubens Nodari, falou sobre a relevância das sementes crioulas na perspectiva de um mundo sustentável.
Ainda pela manhã, aconteceu o painel intitulado “As sementes crioulas e seus guardiões no mundo”, que reuniu experiências de palestrantes do Nepal, Etiópia e Índia. Alguns exemplos de sucesso relacionados aos guardiões de sementes no Brasil serão abordados no período vespertino. Na sexta-feira, o evento acontece apenas pela manhã, das 8h30 às 13hs, quando será realizado um painel enfocando o presente e futuro das sementes crioulas no Brasil, em que cinco palestrantes irão participar das atividades.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pessoalmente na quinta, das 8hs às 9hs. O coordenador do evento, Irajá Ferreira Antunes, explica que as sementes crioulas desempenham um papel fundamental na agricultura familiar brasileira, pois são as responsáveis pela produção dessas famílias e respondem por fatia importante dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros. O evento será realizado pela Embrapa Clima Temperado, com o apoio do Confie – Convênio Incra-Fapeg-Embrapa.
No primeiro dia do evento, a Diretora Executiva da Embrapa, Tatiana Deane de Abreu Sá, proferu palestra sobre as sementes crioulas no contexto do ecodesenvolvimento, enfocando os desafios da pesquisa e da transferência de tecnologia relacionada à temática. Após a palestra de abertura, o professor da UFSC, Rubens Nodari, falou sobre a relevância das sementes crioulas na perspectiva de um mundo sustentável.
Ainda pela manhã, aconteceu o painel intitulado “As sementes crioulas e seus guardiões no mundo”, que reuniu experiências de palestrantes do Nepal, Etiópia e Índia. Alguns exemplos de sucesso relacionados aos guardiões de sementes no Brasil serão abordados no período vespertino. Na sexta-feira, o evento acontece apenas pela manhã, das 8h30 às 13hs, quando será realizado um painel enfocando o presente e futuro das sementes crioulas no Brasil, em que cinco palestrantes irão participar das atividades.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pessoalmente na quinta, das 8hs às 9hs. O coordenador do evento, Irajá Ferreira Antunes, explica que as sementes crioulas desempenham um papel fundamental na agricultura familiar brasileira, pois são as responsáveis pela produção dessas famílias e respondem por fatia importante dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros. O evento será realizado pela Embrapa Clima Temperado, com o apoio do Confie – Convênio Incra-Fapeg-Embrapa.
Seminário em Canguçu discute produtividade do milho na região
A busca pelo aumento da produtividade média das lavouras de milho da Zona Sul levou, hoje (14), quase 400 produtores, técnicos, pesquisadores e representantes de entidades parceiras a lotarem o Centro de Convenções Centro de Qualificação Profissional de Produtores de Canguçu (Cetac). O Seminário marca o lançamento da Campanha Regional Colha Mais Milho, desenvolvida pela Emater/RS-Ascar, Embrapa Clima Temperado e Danby Cosulati, juntamente com entidades parceiras.
A Campanha deve se estender por pelo menos cinco anos e vai abranger os 21 municípios da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas. A meta é, com a aplicação de tecnologias disponíveis, igualar a produtividade média da região à estadual, sem ampliar a área de cultivo. Para o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Lair Corrêa, esta ação terá um impacto significativo nas pequenas propriedades. “A qualidade de vida da família rural é muito superior se ela tem uma boa produtividade de milho”, afirmou.
O produtor Nei Veiga, de Canguçu, é exemplo disso. Durante o Seminário ele apresentou os resultados da lavoura demonstrativa implantada em sua propriedade, que atingiu a produtividade média de 100 sacas por hectare, número muito superior a média de 30 sacas que ele obtinha antes da implementação da Unidade Demonstrativa. “Eu estava pessimista porque sempre colhi pouco, mas a orientação correta deu resultado”, contou. “Pretendo agora seguir caminhando em frente para produzir cada vez mais e com mais qualidade”, acrescentou.
Para que o resultado obtido por Veiga se estenda a outros agricultores - o grão é cultivado em 100% das propriedades de agricultura familiar da região -, a Campanha prevê uma série de ações, como capacitação sobre tecnologias para a cultura do milho, implantação das Unidades Demonstrativas (UDs), capacitações em armazenamento de milho, divulgação das UDs e encontros entre produtores, extensionistas e pesquisadores de milho, além da realização do Seminário Regional, que possibilitou a apresentação dos resultados das UDs já implantadas e uma discussão sobre as técnicas para aumentar a qualidade e a produtividade do grão.
Sacolas - Os participantes do Seminário foram presenteados com sacolas retornáveis de tecido, produzidas pela Associação Comunitária Remanescente de Quilombo do Moçambique, do Rincão do Progresso, em Canguçu. Em dezembro o grupo recebeu uma máquina de costura industrial, uma overloque e outra de cortar tecido por meio de um projeto da Sulgás, Emater/RS-Ascar e Secretaria de Justiça e Desenvolvimento Social. A confecção das 400 sacolas para distribuição no evento foi o primeiro pedido volumoso feito ao grupo após o repasse do equipamento. “Recebemos a oportunidade de fazer estas sacolas e ficamos muito contentes, porque é uma oportunidade de geração de renda para a comunidade”, comentou a presidente da Associação, Maria Conceição da Rosa. A expectativa é que, a partir de agora, as encomendas se multipliquem.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
A Campanha deve se estender por pelo menos cinco anos e vai abranger os 21 municípios da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas. A meta é, com a aplicação de tecnologias disponíveis, igualar a produtividade média da região à estadual, sem ampliar a área de cultivo. Para o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Lair Corrêa, esta ação terá um impacto significativo nas pequenas propriedades. “A qualidade de vida da família rural é muito superior se ela tem uma boa produtividade de milho”, afirmou.
O produtor Nei Veiga, de Canguçu, é exemplo disso. Durante o Seminário ele apresentou os resultados da lavoura demonstrativa implantada em sua propriedade, que atingiu a produtividade média de 100 sacas por hectare, número muito superior a média de 30 sacas que ele obtinha antes da implementação da Unidade Demonstrativa. “Eu estava pessimista porque sempre colhi pouco, mas a orientação correta deu resultado”, contou. “Pretendo agora seguir caminhando em frente para produzir cada vez mais e com mais qualidade”, acrescentou.
Para que o resultado obtido por Veiga se estenda a outros agricultores - o grão é cultivado em 100% das propriedades de agricultura familiar da região -, a Campanha prevê uma série de ações, como capacitação sobre tecnologias para a cultura do milho, implantação das Unidades Demonstrativas (UDs), capacitações em armazenamento de milho, divulgação das UDs e encontros entre produtores, extensionistas e pesquisadores de milho, além da realização do Seminário Regional, que possibilitou a apresentação dos resultados das UDs já implantadas e uma discussão sobre as técnicas para aumentar a qualidade e a produtividade do grão.
Sacolas - Os participantes do Seminário foram presenteados com sacolas retornáveis de tecido, produzidas pela Associação Comunitária Remanescente de Quilombo do Moçambique, do Rincão do Progresso, em Canguçu. Em dezembro o grupo recebeu uma máquina de costura industrial, uma overloque e outra de cortar tecido por meio de um projeto da Sulgás, Emater/RS-Ascar e Secretaria de Justiça e Desenvolvimento Social. A confecção das 400 sacolas para distribuição no evento foi o primeiro pedido volumoso feito ao grupo após o repasse do equipamento. “Recebemos a oportunidade de fazer estas sacolas e ficamos muito contentes, porque é uma oportunidade de geração de renda para a comunidade”, comentou a presidente da Associação, Maria Conceição da Rosa. A expectativa é que, a partir de agora, as encomendas se multipliquem.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Sementes crioulas contribuem com conservação da agrobiodiversidade
Cerca de 180 pessoas participam nesta quinta-feira (15) do primeiro dia de atividades do Seminário Internacional Sementes Crioulas – O hoje e o amanhã. O evento acontece na Embrapa Clima Temperado até amanhã e reúne guardiões de sementes, produtores, estudantes, pesquisadores, professores e demais profissionais interessados no assunto.
“As sementes crioulas representam uma alternativa válida tanto para agricultores quanto para populações urbanas, pois resultam de um longo processo de adaptação ao ambiente das propriedades e, consequentemente, são ricas em variabilidade nutricional e funcional e podem favorecer muito o consumidor atual”, destacou o coordenador do evento, Irajá Ferreira Antunes.
Ele disse ainda que durante dois dias, através das atividades propostas será possível conhecer melhor as formas de utilização das sementes, o que se pode vir a ser feito, identificar mecanismos que mantenham os guardiões e as pessoas que deverão substituí-los dando continuidade ao trabalho para as gerações futuras. “Junto com os colegas de outros países, procuramos dar um novo olhar e relevância ao processo de guarda de sementes crioulas na América Latina, afinal as sementes são patrimônio de todos, a serviço da humanidade”, concluiu Irajá.
O Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clenio Nailto Pillon destacou que os guardiões de sementes têm um papel fundamental no processo de conservação genética, pois as instituições públicas não dispõem de mecanismos para cuidar sozinhos desse patrimônio da humanidade. “Esse é um trabalho muito rico e importante. Esperamos delinear novos caminhos que possibilitem estabelecer políticas públicas em prol desses guardiões, que estão preservando a nossa agrobiodiversidade e contribuindo com a valorização da cultura e das características regionais”, disse.
“As sementes crioulas representam uma alternativa válida tanto para agricultores quanto para populações urbanas, pois resultam de um longo processo de adaptação ao ambiente das propriedades e, consequentemente, são ricas em variabilidade nutricional e funcional e podem favorecer muito o consumidor atual”, destacou o coordenador do evento, Irajá Ferreira Antunes.
Ele disse ainda que durante dois dias, através das atividades propostas será possível conhecer melhor as formas de utilização das sementes, o que se pode vir a ser feito, identificar mecanismos que mantenham os guardiões e as pessoas que deverão substituí-los dando continuidade ao trabalho para as gerações futuras. “Junto com os colegas de outros países, procuramos dar um novo olhar e relevância ao processo de guarda de sementes crioulas na América Latina, afinal as sementes são patrimônio de todos, a serviço da humanidade”, concluiu Irajá.
O Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clenio Nailto Pillon destacou que os guardiões de sementes têm um papel fundamental no processo de conservação genética, pois as instituições públicas não dispõem de mecanismos para cuidar sozinhos desse patrimônio da humanidade. “Esse é um trabalho muito rico e importante. Esperamos delinear novos caminhos que possibilitem estabelecer políticas públicas em prol desses guardiões, que estão preservando a nossa agrobiodiversidade e contribuindo com a valorização da cultura e das características regionais”, disse.
8 de julho de 2010
Região Sul mobilizada pelo aumento da produtividade do milho
O lançamento oficial será no próximo dia 14, mas a Campanha Regional Colha Mais Milho já possuí ações e estratégias bem definidas. O foco é o aumento da produtividade média das lavouras de milho na Região Sul, sem aumentar a área cultivada nos municípios, tornando o milho economicamente viável. O principal objetivo é a mobilização e a busca por mais qualidade na produção do grão, utilizando novas tecnologias e proporcionando maior qualidade de vida para os produtores rurais. Na promoção do evento está o Governo do Estado, juntamente com a Emater/RS-Ascar, Embrapa Clima Temperado, Cosulati e Fetag-RS.
A Campanha começou a ser executada no início deste ano de forma isolada nos municípios de Canguçu e Pelotas, mas se transformou em uma ação única regional, em função da amplitude e relevância do tema. A previsão é que ela aconteça por um período mínimo de 5 anos. Durante esse tempo estão previstas diversas ações, entre elas, a implantação de 20 Unidades de Experimentação Participativa (UEP), em 20 associações de produtores rurais. Também serão realizadas tardes técnicas e dias de campo nas UEPs instaladas, visando a divulgação de ações e opções tecnológicas nos diferentes períodos de desenvolvimento da cultura do milho.
No próximo dia 14 de julho, a partir das 8h30min, no Centro de Eventos do Centro Regional de Qualificação Profissional de Produtores de Canguçu (Cetac) acontece o lançamento da Campanha Regional Colha Mais Milho. O evento mobilizará aproximadamente 400 pessoas, entre produtores, representantes de entidades parceiras e autoridades.
A meta da campanha é elevar a produtividade média do cultivo do milho na região de 1.700 kg por hectare para 4.800 kg por hectare. O grão é cultivado em todos os municípios da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas. A produtividade média da região, entretanto, é inferior à estadual: entre 1990 e 2008 foi de 1.868 kg/ha, 66% da média gaúcha e muito distante da produtividade potencial de 11.100 kg/ha alcançada nas áreas de lavouras demonstrativas da região.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
A Campanha começou a ser executada no início deste ano de forma isolada nos municípios de Canguçu e Pelotas, mas se transformou em uma ação única regional, em função da amplitude e relevância do tema. A previsão é que ela aconteça por um período mínimo de 5 anos. Durante esse tempo estão previstas diversas ações, entre elas, a implantação de 20 Unidades de Experimentação Participativa (UEP), em 20 associações de produtores rurais. Também serão realizadas tardes técnicas e dias de campo nas UEPs instaladas, visando a divulgação de ações e opções tecnológicas nos diferentes períodos de desenvolvimento da cultura do milho.
No próximo dia 14 de julho, a partir das 8h30min, no Centro de Eventos do Centro Regional de Qualificação Profissional de Produtores de Canguçu (Cetac) acontece o lançamento da Campanha Regional Colha Mais Milho. O evento mobilizará aproximadamente 400 pessoas, entre produtores, representantes de entidades parceiras e autoridades.
A meta da campanha é elevar a produtividade média do cultivo do milho na região de 1.700 kg por hectare para 4.800 kg por hectare. O grão é cultivado em todos os municípios da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas. A produtividade média da região, entretanto, é inferior à estadual: entre 1990 e 2008 foi de 1.868 kg/ha, 66% da média gaúcha e muito distante da produtividade potencial de 11.100 kg/ha alcançada nas áreas de lavouras demonstrativas da região.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
1 de julho de 2010
Cursos das áreas de bovinos de leite e administração rural são os mais procurados no Senar-RS

Alunos em Cachoeira do Sul durante curso de bovinocultura
O segmento da bovinocultura de leite foi o que apresentou maior procura para os cursos treinamentos focada na qualificação profissional que o Senar oferece a produtores e trabalhadores rurais no RS, neste primeiro semestre, com 3.184 participantes em mais de 200 cursos na área. Um aumento de 34% em cursos do segmento, comparado ao mesmo período do ano passado.
No ranking geral, entre janeiro e junho de 2010 o Senar beneficiou 45.872 gaúchos por meio de 2.676 cursos e treinamentos. A área que mais apresentou número de participantes foi de administração das empresas agropecuárias, com mais de 5 mil pessoas em 127 eventos. Entre as ações de promoção social que o Senar oferece, os cursos de artesanato em tecido continuam tendo a preferência em procura. Já foram mais de 7.700 pessoas beneficiadas até o momento com os cursos, seguido pelos ligados a área de planejamento de cardápios e aproveitamento de alimentos, que tiveram mais de 2.300 edições realizadas só neste ano.
Conforme o superintendente do Senar-RS Carlos Alberto Schütz, a previsão é que até o final do ano, o Senar apresente um crescimento de 30% na procura dos cursos em relação a 2009, quando realizou 3,4 mil eventos e qualificou mais de 60 mil.” O cenário da economia agrícola vem exigindo cada vez mais do público rural conhecimento técnico para ter os melhores resultados, principalmente em qualidade para competir, e o Senar é a entidade que hoje tem a maior variedade de cursos, totalmente disponíveis em qualquer lugar do estado por meio de sindicatos rurais e de trabalhadores rurais.”
Outro grande programa em realização pelo Senar é o Alfa, que promove a alfabetização de adultos seguido de cursos profissionalizantes. Em seu 11º ano de realização no estado, o programa está acontecendo até setembro para 1.260 alunos em 63 municípios que concentram a maioria de analfabetos do meio rural. “Soma-se quase 16 mil pessoas beneficiadas com este programa no Rio Grande do Sul, ilustrado por centenas de casos de participantes, que passaram de analfabetos à empreendedores do meio, graças a sequência de cursos em qualificação profissional que participaram” – confirma Schütz.
Foto e informações: Assessoria de Comunicação do Senar-RS
Produtores adotam irrigação para qualificar a produção
Desde 2009, a Emater/RS-Ascar elaborou, na Região de Porto Alegre, 169 projetos para a construção de açudes, cisternas e instalação de sistemas de irrigação pelo Programa Pró-Irrigação do governo do Estado. Ao todo são 169 famílias de produtores rurais, de 16 municípios, que estão sendo beneficiados. O Pró-Irrigação é um programa da Secretaria de Irrigação e Usos Múltiplos da Água (SIUMA) e cabe à Emater/RS-Ascar divulgar o programa, auxiliar os conselhos municipais de desenvolvimento rural na inscrição e seleção dos agricultores beneficiados, elaborar projetos e acompanhar as obras.
Segundo o gerente regional da Emater/RS-Ascar em Porto Alegre, Claudinei Baldissera, o Programa Estadual de Irrigação oportuniza aos agricultores a segurança para estabilidade e aumento da produção e o incremento da renda, especialmente em períodos de estiagem.
No município de Guaíba, na Região Metropolitana, são 10 propriedades beneficiadas e uma delas pertence ao agricultor Sérgio Ribeiro, que atua na produção desde os 14 anos, época em que trabalhava junto com seu pai e os quatro irmãos, cultivando pêssego, tomate, batata-doce e mandioca. Atualmente ele e seu filho Éderson da Silva Ribeiro dão continuidade à tradição familiar cultivando em 48 hectares e comercializando na Ceasa, em Porto Alegre. Do total da área, 7 hectares são dedicados a produção de batata-doce, 5 para melão, 6 para o cultivo de repolho e 5 estão com aipim.
Nesta área existem dois açudes, sendo que um foi construído pelo Programa Pró-Irrigação e tem uma capacidade de reservação de 11,9 milhões litros de agua, cobrindo uma área de 1,1 hectares. Ribeiro decidiu construir mais um açude para que, no futuro, ele possa utilizar esta água em novas áreas de cultivo. O projeto foi elaborado pela equipe da Emater/RS-Ascar de Guaíba, que, além disso, prestou orientação para a implantação. Segundo o agrônomo Roberto Sacknies, responsável pelo Pró-Irrigação na região de Porto Alegre, os interessados aderiram ao Programa para melhorar o armazenamento de água em micro-açudes para irrigação, inclusive Sérgio Ribeiro já usa a irrigação há 8 anos.
Esta ação integra a Frente Programática Irrigação e Usos Múltiplos da Água, desenvolvida em consonância com os Programas Estruturantes do Governo do Estado.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Segundo o gerente regional da Emater/RS-Ascar em Porto Alegre, Claudinei Baldissera, o Programa Estadual de Irrigação oportuniza aos agricultores a segurança para estabilidade e aumento da produção e o incremento da renda, especialmente em períodos de estiagem.
No município de Guaíba, na Região Metropolitana, são 10 propriedades beneficiadas e uma delas pertence ao agricultor Sérgio Ribeiro, que atua na produção desde os 14 anos, época em que trabalhava junto com seu pai e os quatro irmãos, cultivando pêssego, tomate, batata-doce e mandioca. Atualmente ele e seu filho Éderson da Silva Ribeiro dão continuidade à tradição familiar cultivando em 48 hectares e comercializando na Ceasa, em Porto Alegre. Do total da área, 7 hectares são dedicados a produção de batata-doce, 5 para melão, 6 para o cultivo de repolho e 5 estão com aipim.
Nesta área existem dois açudes, sendo que um foi construído pelo Programa Pró-Irrigação e tem uma capacidade de reservação de 11,9 milhões litros de agua, cobrindo uma área de 1,1 hectares. Ribeiro decidiu construir mais um açude para que, no futuro, ele possa utilizar esta água em novas áreas de cultivo. O projeto foi elaborado pela equipe da Emater/RS-Ascar de Guaíba, que, além disso, prestou orientação para a implantação. Segundo o agrônomo Roberto Sacknies, responsável pelo Pró-Irrigação na região de Porto Alegre, os interessados aderiram ao Programa para melhorar o armazenamento de água em micro-açudes para irrigação, inclusive Sérgio Ribeiro já usa a irrigação há 8 anos.
Esta ação integra a Frente Programática Irrigação e Usos Múltiplos da Água, desenvolvida em consonância com os Programas Estruturantes do Governo do Estado.
Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Casarão Remates anuncia médias do leilão de terça-feira
O Casarão Remates anuncia as médias do leilão realizado na terça-feira (29), em Canguçu:
Vacas de Invernar: R$ 686,00
Vacas com ria ao pé: R$ 869,00
Novilhos Criados: R$ 1.082,00
Novilhos 3 anos: R$ 864,00
Vaquilhonas 2 anos: R$ 632,00
Vacas de Invernar: R$ 686,00
Vacas com ria ao pé: R$ 869,00
Novilhos Criados: R$ 1.082,00
Novilhos 3 anos: R$ 864,00
Vaquilhonas 2 anos: R$ 632,00
10 de junho de 2010
Prefeitura de Canguçu participa de debate sobre a indicação geográfica do pêssego
Cerca de 40 pessoas, entre produtores, industriais, pesquisadores, representantes municipais e demais segmentos da cadeia produtiva do pêssego estiveram reunidos na tarde de quarta-feira (9), na Embrapa Clima Temperado, para discutir e dar os encaminhamentos necessários a implantação de um processo de indicação geográfica para o pêssego da região de Pelotas.
A Embrapa Clima Temperado apresentou os procedimentos necessários para a obtenção da indicação geográfica junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Dentre os passos, destacam-se: levantamento da evolução histórica da produção de pêssegos na região, zoneamento, uso e cobertura dos solos, descrição e características, além de aspectos nutracêuticos, funcionais e sensoriais dos produtos.
A cadeia produtiva do pêssego também precisa estabelecer as normativas relativas às Boas Práticas de Produção Agrícolas e Boas Práticas de Fabricação para o pêssego, envolvendo ações e processos, que vão desde o manejo no campo até a mesa do consumidor. O resgate e a organização documental funcionariam como um DNA do território, envolvendo o solo, o clima e o sistema de produção.
O Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento, Clenio Nailto Pillon, enfatizou a importância do processo de Indicação Geográfica para o Pêssego (IGP) como uma alternativa para garantir a sobrevivência dessa cadeia produtiva no longo prazo.
“Neste momento, esse processo deixa de ser uma oportunidade e passa a ser uma necessidade para toda cadeia produtiva”, comenta Pillon. "É preciso garantir aos consumidores que compram produtos certificados que todos os anos eles vão encontrar produtos de qualidade igual”, comentou o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, com experiência acumulada na Indicação de Procedência para o Vinho do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, Carlos Alberto Flores.
O proprietário da fábrica de Doces Crochemore, Paulo Afonso Crochemore, enfatizou que iniciativas que pretendem agregar valor a atividade dos produtores e a produção local são válidas, pois estão diretamente relacionadas a auto-estima e a qualidade das atividades realizadas, fortalecendo o trabalho em rede.
Ao final da reunião, ficou estabelecido a criação de um Grupo de Trabalho multiinstitucional com representantes de todos os segmentos da cadeia produtiva, cuja estruturação oficial ocorrerá a partir de correspondência oficial a ser encaminhada pela Embrapa Clima Temperado nos próximos dias. Esse grupo terá a missão de elaborar a proposta de projeto da IGP da região de Pelotas a ser encaminhada ao INPI.
Participam da atividade, representantes da Embrapa Clima Temperado, Emater/RS-Ascar, UFPel, AzonaSul, Associação de Produtores de Pêssegos de Pelotas, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pelotas, Sindocopel, Capa, Cafsul, Banco do Brasil, industrias de pêssegos, Prefeituras Municipais de Pelotas, Cerritto e Canguçu.
Informações: Embrapa Clima Temperado
A Embrapa Clima Temperado apresentou os procedimentos necessários para a obtenção da indicação geográfica junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Dentre os passos, destacam-se: levantamento da evolução histórica da produção de pêssegos na região, zoneamento, uso e cobertura dos solos, descrição e características, além de aspectos nutracêuticos, funcionais e sensoriais dos produtos.
A cadeia produtiva do pêssego também precisa estabelecer as normativas relativas às Boas Práticas de Produção Agrícolas e Boas Práticas de Fabricação para o pêssego, envolvendo ações e processos, que vão desde o manejo no campo até a mesa do consumidor. O resgate e a organização documental funcionariam como um DNA do território, envolvendo o solo, o clima e o sistema de produção.
O Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento, Clenio Nailto Pillon, enfatizou a importância do processo de Indicação Geográfica para o Pêssego (IGP) como uma alternativa para garantir a sobrevivência dessa cadeia produtiva no longo prazo.
“Neste momento, esse processo deixa de ser uma oportunidade e passa a ser uma necessidade para toda cadeia produtiva”, comenta Pillon. "É preciso garantir aos consumidores que compram produtos certificados que todos os anos eles vão encontrar produtos de qualidade igual”, comentou o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, com experiência acumulada na Indicação de Procedência para o Vinho do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, Carlos Alberto Flores.
O proprietário da fábrica de Doces Crochemore, Paulo Afonso Crochemore, enfatizou que iniciativas que pretendem agregar valor a atividade dos produtores e a produção local são válidas, pois estão diretamente relacionadas a auto-estima e a qualidade das atividades realizadas, fortalecendo o trabalho em rede.
Ao final da reunião, ficou estabelecido a criação de um Grupo de Trabalho multiinstitucional com representantes de todos os segmentos da cadeia produtiva, cuja estruturação oficial ocorrerá a partir de correspondência oficial a ser encaminhada pela Embrapa Clima Temperado nos próximos dias. Esse grupo terá a missão de elaborar a proposta de projeto da IGP da região de Pelotas a ser encaminhada ao INPI.
Participam da atividade, representantes da Embrapa Clima Temperado, Emater/RS-Ascar, UFPel, AzonaSul, Associação de Produtores de Pêssegos de Pelotas, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pelotas, Sindocopel, Capa, Cafsul, Banco do Brasil, industrias de pêssegos, Prefeituras Municipais de Pelotas, Cerritto e Canguçu.
Informações: Embrapa Clima Temperado
9 de junho de 2010
Curso de capacitação para agricultura familiar acontece nos dias 24 e 25 de junho
A Prefeitura Municipal de Canguçu, através da Secretaria Municipal de Educação e Esportes e Secretaria de Agricultura e Pecuária, convida dois representantes de cada associação comunitária para um curso de capacitação da agricultura familiar, promovido pelo CECANE (Centro Colaborador em Nutrição da UFRGS, conveniada com o FNDE), nos dias 24 e 25 de junho, no salão junto a Lancheria do Nanato.
O curso tem como objetivo preparar agricultores para que consigam fornecer produtos para a merenda escolar.
O curso tem como objetivo preparar agricultores para que consigam fornecer produtos para a merenda escolar.
2 de junho de 2010
Embrapa promove integração em prol da pesquisa agropecuária
Uma audiência pública realizada na tarde de terça-feira, 1° de junho, reuniu lideranças de Organizações Estaduais de Pesquisa (OEPAS), localizadas no Sul do Brasil, com chefes, pesquisadores, analistas da Embrapa Clima Temperado e membros do Comitê Assessor Externo (CAE) da Unidade. O inédito painel, reuniu cerca de 100 pessoas no auditório da Unidade da Embrapa, em Pelotas (RS), para debater os desafios e as oportunidades para o desenvolvimento das ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária na região Sul do Brasil.
Na ocasião, os painelistas: Benami Bacaltchuk (Diretor-Presidente da Fepagro/RS), Edson Silva (Diretor da Epagri/SC), Arnaldo Colozzi Filho (Diretor Técnico-Científico do Iapar/PR), e José Geraldo Eugênio de França (Diretor Executivo Embrapa), apresentaram os cenários, o alinhamento estratégico de PD&I, ações de transferência de tecnologia das instituições e possibilidades de compartilhamento de competências e infra-estrutura.
“Agindo isoladamente nenhuma instituição de pesquisa agropecuária poderia suprir as demandas de um país continental como o Brasil”, destacou o Diretor Executivo da Embrapa, Geraldo Eugênio. Segundo ele, o encontro possibilitou o estabelecimento de mecanismos que fortaleçam ainda mais a parceria com as OEPAS. “Através do PAC Embrapa foram destinados recursos financeiros que estão sendo investidos em melhorias nessas organizações. Além disso, a Embrapa oferece bolsas de pós-graduação para profissionais dessas instituições parceiras”, completou.
Geraldo disse ainda que é preciso continuar investindo fortemente nas parcerias interinstitucionais, pois se somarmos toda a infra-estrutura e o capital intelectual das OEPAS e da Embrapa, poderemos verificar formas de agregar valor e identificar semelhanças em prol de projetos regionais, que possibilitem o estabelecimento de programas integrados que se destaquem no cenário internacional. “Acredito que se tivermos OEPAS fortes, teremos uma Embrapa ainda mais eficiente e a agricultura brasileira só tem a ganhar com isso”, concluiu ele.
O Chefe Geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior, salientou que através desse encontro, espera-se estabelecer uma agenda propositiva de ações que serão desenvolvidas de forma conjunta em prol da sociedade. “A Embrapa tem esse papel fundamental de promover a integração entre as instituições de pesquisa e precisamos aproveitar a oportunidade de fortalecer as pesquisas em rede”, enfatizou.
Para o Diretor-Presidente da Fepagro/RS, Benami Bacaltchuk, essa é uma oportunidade impar e que poderá viabilizar ações concretas de estreitamento de parcerias. O dirigente da Epagri, Edson Silva, destacou por sua vez, que “a evolução da ciência e da tecnologia aplicada são extremamente dinâmicas e, por isso, precisamos somar nossa capacidade de gerenciar as informações e os talentos”. O Diretor Técnico-Científico do Iapar/PR, Arnaldo Colozzi Filho, ressaltou a importância do encontro que possibilitou o alinhamento inicial das parcerias e o conhecimento das linhas de pesquisas como forma de ampliar o envolvimento das instituições.
Informações: Área de Comunicação da Embrapa
Na ocasião, os painelistas: Benami Bacaltchuk (Diretor-Presidente da Fepagro/RS), Edson Silva (Diretor da Epagri/SC), Arnaldo Colozzi Filho (Diretor Técnico-Científico do Iapar/PR), e José Geraldo Eugênio de França (Diretor Executivo Embrapa), apresentaram os cenários, o alinhamento estratégico de PD&I, ações de transferência de tecnologia das instituições e possibilidades de compartilhamento de competências e infra-estrutura.
“Agindo isoladamente nenhuma instituição de pesquisa agropecuária poderia suprir as demandas de um país continental como o Brasil”, destacou o Diretor Executivo da Embrapa, Geraldo Eugênio. Segundo ele, o encontro possibilitou o estabelecimento de mecanismos que fortaleçam ainda mais a parceria com as OEPAS. “Através do PAC Embrapa foram destinados recursos financeiros que estão sendo investidos em melhorias nessas organizações. Além disso, a Embrapa oferece bolsas de pós-graduação para profissionais dessas instituições parceiras”, completou.
Geraldo disse ainda que é preciso continuar investindo fortemente nas parcerias interinstitucionais, pois se somarmos toda a infra-estrutura e o capital intelectual das OEPAS e da Embrapa, poderemos verificar formas de agregar valor e identificar semelhanças em prol de projetos regionais, que possibilitem o estabelecimento de programas integrados que se destaquem no cenário internacional. “Acredito que se tivermos OEPAS fortes, teremos uma Embrapa ainda mais eficiente e a agricultura brasileira só tem a ganhar com isso”, concluiu ele.
O Chefe Geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior, salientou que através desse encontro, espera-se estabelecer uma agenda propositiva de ações que serão desenvolvidas de forma conjunta em prol da sociedade. “A Embrapa tem esse papel fundamental de promover a integração entre as instituições de pesquisa e precisamos aproveitar a oportunidade de fortalecer as pesquisas em rede”, enfatizou.
Para o Diretor-Presidente da Fepagro/RS, Benami Bacaltchuk, essa é uma oportunidade impar e que poderá viabilizar ações concretas de estreitamento de parcerias. O dirigente da Epagri, Edson Silva, destacou por sua vez, que “a evolução da ciência e da tecnologia aplicada são extremamente dinâmicas e, por isso, precisamos somar nossa capacidade de gerenciar as informações e os talentos”. O Diretor Técnico-Científico do Iapar/PR, Arnaldo Colozzi Filho, ressaltou a importância do encontro que possibilitou o alinhamento inicial das parcerias e o conhecimento das linhas de pesquisas como forma de ampliar o envolvimento das instituições.
Informações: Área de Comunicação da Embrapa
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