Representantes da cadeia produtiva do tabaco reuniram-se na tarde de quinta-feira (05) na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul, para definir ações de sensibilização do Governo do Brasil numa decisão perante a questão da limitação do uso de ingredientes na fabricação do cigarro.
A maior preocupação do setor é a reunião COP4 da Convenção-Quadro do Controle do Tabaco, que ocorrerá em novembro, no Uruguai, onde poderão ser implementadas diretrizes que inviabilizarão a produção do burley.
No fim do mês de junho encerrou o prazo para a definição do Governo do Brasil referente aos artigos 9 e 10, que sugerem a proibição dos ingredientes usados na fabricação de produtos de tabaco, que trará sérios problemas à produção do burley.
O Governo Brasileiro não anunciou a sua definição e acredita-se que, ao conhecer a realidade do setor tabaco, o que esta proibição irá fazer a 50 mil famílias de produtores, isso sem falar nos milhares de trabalhadores diretos e indiretos, o Brasil se posicionará contrário a esta proibição. A partir da segunda quinzena de agosto, os representantes deverão percorrer os Ministérios, em Brasília, e levarão documentos com a realidade do setor tabaco.
Do encontro participaram entidades representativas dos fumicultores e da indústria do tabaco.
Informações: Departamento de Comunicação da Afubra
A maior preocupação do setor é a reunião COP4 da Convenção-Quadro do Controle do Tabaco, que ocorrerá em novembro, no Uruguai, onde poderão ser implementadas diretrizes que inviabilizarão a produção do burley.
No fim do mês de junho encerrou o prazo para a definição do Governo do Brasil referente aos artigos 9 e 10, que sugerem a proibição dos ingredientes usados na fabricação de produtos de tabaco, que trará sérios problemas à produção do burley.
O Governo Brasileiro não anunciou a sua definição e acredita-se que, ao conhecer a realidade do setor tabaco, o que esta proibição irá fazer a 50 mil famílias de produtores, isso sem falar nos milhares de trabalhadores diretos e indiretos, o Brasil se posicionará contrário a esta proibição. A partir da segunda quinzena de agosto, os representantes deverão percorrer os Ministérios, em Brasília, e levarão documentos com a realidade do setor tabaco.
Do encontro participaram entidades representativas dos fumicultores e da indústria do tabaco.
Informações: Departamento de Comunicação da Afubra
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