Foto: Diego Vilela
Dois dos cinco ocupantes da camionete F-250 são naturais de CanguçuO jornal Canguçu On Line teve acesso, na manhã desta segunda-feira, aos boletins de ocorrência da Polícia Rodoviária Federal que contêm informações detalhadas de oito das 14 pessoas envolvidas no acidente ocorrido na noite de domingo. Confira:
Ocupantes do Fiat Uno, com placas de Canguçu- Adriel Elert Roloff, de cinco anos, não usava cinto de segurança no momento do choque;
- Vanderleia Elert, 25 anos, natural de Canguçu, não usava cinto de segurança no momento do choque;
Os dois morreram no local. Além deles, Nelson Roloff, 78 anos, e
Nelson Roloff Filho, 28, perderam a vida. Lili Krolow Roloff, 65 anos, está internada no Pronto Socorro Municipal de Pelotas com traumatismo craniano.
Ocupantes do Ford Escort Azul, com placas de Pelotas- Edília dos Santos Lima, 65 anos, era natural de Pelotas;
- Fernanda Leitzke Lima, 20 anos, era casada com o condutor Maurício dos Santos Lima, ambos naturais de Pelotas. A jovem permanece internada em estado grave. O motorista morreu no local.
Fernanda não usava cinto de segurança no momento em que ocorreu o acidente.
Além de Edília e Maurício, morreu o bebê Luiza Lima, de apenas dois meses de vida.
Ocupantes da camionete F-250, com placas de CanguçuO veículo com placas de Rio Grande foi o único, dos três envolvidos no acidente, que não teve vítimas fatais. Todos os ocupantes tiveram apenas ferimentos leves.
- O condutor Cleonilson Quintana Braga, 36 anos, é natural de Canguçu, possui carteira de habilitação e usava cinto de segurança no momento do choque.
- Camila de Freitas Garcia é natural de Rio Grande.
- Dailer Braga Marques é natural de Rio Grande, e usava cinto de segurança na hora do choque frontal contra o Fiat Uno.
- Ondina Quintana Braga, 62 anos, é natural de Canguçu, e estava equipada com cinto de segurança no momento em que ocorreu o acidente.
- Claudete Quintana Braga, de 43 anos, estava equipada com cinto de segurança. Ela saiu ilesa do acidente.
- Igor Cristiano Lange, de 27 anos, saiu ileso, apesar do cinto destinado a ele no veículo ser descrito como “não aplicável” pela Polícia Rodoviária Federal.