Após quatro meses de investigações, a Polícia Federal prendeu cinco pessoas suspeitas de tráfico internacional de armas no sul do Estado – entre elas, um sargento do Exército e sua mulher. Deflagrada na manhã de ontem (17), a Operação Arcos cumpriu mandados de prisão em quatro cidades.
Segundo os investigadores, o casal, morador de Jaguarão, compraria as armas no Uruguai, onde a venda é liberada. O arsenal era revendido para os outros três suspeitos presos em Canguçu.
De acordo com o delegado da Polícia Federal de Jaguarão, Gabriel Leite, o sargento aproveitava a deficiência da fiscalização para entrar no Brasil com pistolas, espingardas e munições compradas no Uruguai, o que pela legislação brasileira é considerado tráfico internacional de armas.
– Além disso, ele possuía maior facilidade por ser do Exército e utilizava a credibilidade do cargo para isso. Quem fiscalizava não ia desconfiar ao encontrar armas com um sargento – explica Leite.
Para o delegado Osvaldo Torres, que coordenou a operação, o trabalho era sob encomenda e a suspeita é de que a quadrilha recebia os pedidos e repassava as armas para seus contatos em outras cidades. Ainda segundo Torres, a polícia apura o envolvimento do sargento com a venda irregular de veículos.
A PF não divulgou o nome dos cinco detidos, que tiveram a prisão decretada por cinco dias, mas o Exército confirmou a identidade do sargento: Alain Lindmann Fanka, 37 anos. Os cinco detidos ficarão nos presídios de Jaguarão e Canguçu. O Exército divulgou nota na qual afirmou que coopera com as investigações das suspeitas, que considerou graves. Até o momento, não foi encontrado indício de crime militar.
Preste atenção: A Polícia Federal alerta que até mesmo a compra de acessórios para o uso em armas, como lunetas, em outro país é considerado tráfico internacional de armas.
Informações: Guilherme Mazui e Sancler Ebert - Zero Hora
Segundo os investigadores, o casal, morador de Jaguarão, compraria as armas no Uruguai, onde a venda é liberada. O arsenal era revendido para os outros três suspeitos presos em Canguçu.
De acordo com o delegado da Polícia Federal de Jaguarão, Gabriel Leite, o sargento aproveitava a deficiência da fiscalização para entrar no Brasil com pistolas, espingardas e munições compradas no Uruguai, o que pela legislação brasileira é considerado tráfico internacional de armas.
– Além disso, ele possuía maior facilidade por ser do Exército e utilizava a credibilidade do cargo para isso. Quem fiscalizava não ia desconfiar ao encontrar armas com um sargento – explica Leite.
Para o delegado Osvaldo Torres, que coordenou a operação, o trabalho era sob encomenda e a suspeita é de que a quadrilha recebia os pedidos e repassava as armas para seus contatos em outras cidades. Ainda segundo Torres, a polícia apura o envolvimento do sargento com a venda irregular de veículos.
A PF não divulgou o nome dos cinco detidos, que tiveram a prisão decretada por cinco dias, mas o Exército confirmou a identidade do sargento: Alain Lindmann Fanka, 37 anos. Os cinco detidos ficarão nos presídios de Jaguarão e Canguçu. O Exército divulgou nota na qual afirmou que coopera com as investigações das suspeitas, que considerou graves. Até o momento, não foi encontrado indício de crime militar.
Preste atenção: A Polícia Federal alerta que até mesmo a compra de acessórios para o uso em armas, como lunetas, em outro país é considerado tráfico internacional de armas.
Informações: Guilherme Mazui e Sancler Ebert - Zero Hora
2 comentários:
Não faço nenhuma apologia ao táfico de armas principalmente quando essas são com fins para o crime, ou seja, para cair em mão de bandidos. Devemos observar que em um país onde o cidadão não pode comprar armas para sua defesa e de sua familia e não tem direito à porte das armas que possui dando assim liberdade à bandidos assaltarem pessoas que com certeza estarão desarmadas, notícias como essas de pessoas atravessando fronteiras com armas para uso pessoal em nada nos deixa perplexos.
Vai me desculpar Diego, mas nós aqui de casa detestamos essa nova forma que tu usou para fazer o teu jornal,antes era muito mais facil, não gostamos mesmo.
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