Canguçu ostenta o título de número um no cultivo de milho do Estado, com cerca de 30 mil hectares dedicados à cultura, mas amarga o reconhecimento de ter a produtividade média abaixo da estadual. Enquanto o Rio Grande do Sul colheu 2,7 mil quilos por hectare nos últimos 10 anos, no mesmo período, o município não alcançou nem cerca de 1,8 mil quilos.
Para mudar esse panorama que atinge toda a região sul do Estado, foi criada a campanha Colha Mais Milho com o desafio de elevar a produtividade média na região para 4,8 mil sem aumentar a área de plantio.
Iniciada no começo do ano de forma isolada em Canguçu e Pelotas, o programa do governo do Estado será estendido a outros 19 municípios e terá um período mínimo de cinco anos. O produtor Nei da Veiga, de Canguçu, que participou das lavouras demonstrativas do projeto, já viu os benefícios. Veiga colheu 6 mil quilos por hectare, número muito superior aos 1,8 mil quilos que ele obtinha antes da implementação do projeto.
– Agora, com a orientação correta, obtive resultado – explica.
De acordo com Evair Ehlert, extensionista da Emater, a produtividade da região diminuiu nos últimos anos em decorrência das intempéries do clima e da falta de informações dos produtores sobre tecnologias que podem evitar tais perdas.
Como este desempenho aquém do potencial, a Cosulati, por exemplo, gastou cerca de R$ 3,3 milhões só neste primeiro semestre na compra de milho para produção de ração.
Fonte: Zero Hora
Para mudar esse panorama que atinge toda a região sul do Estado, foi criada a campanha Colha Mais Milho com o desafio de elevar a produtividade média na região para 4,8 mil sem aumentar a área de plantio.
Iniciada no começo do ano de forma isolada em Canguçu e Pelotas, o programa do governo do Estado será estendido a outros 19 municípios e terá um período mínimo de cinco anos. O produtor Nei da Veiga, de Canguçu, que participou das lavouras demonstrativas do projeto, já viu os benefícios. Veiga colheu 6 mil quilos por hectare, número muito superior aos 1,8 mil quilos que ele obtinha antes da implementação do projeto.
– Agora, com a orientação correta, obtive resultado – explica.
De acordo com Evair Ehlert, extensionista da Emater, a produtividade da região diminuiu nos últimos anos em decorrência das intempéries do clima e da falta de informações dos produtores sobre tecnologias que podem evitar tais perdas.
Como este desempenho aquém do potencial, a Cosulati, por exemplo, gastou cerca de R$ 3,3 milhões só neste primeiro semestre na compra de milho para produção de ração.
Fonte: Zero Hora
4 comentários:
COMO TER UMA ALTA PRODUTIVIDADE SE O MAIOR VENDEDOR DE MILHO DE CANGUÇU, O SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS,NO SISTEMA TROCA TROCA NÃO POSSUI UM TECNICO AGRICOLA ACHO QUE O COMEÇO DE UM AUMENTO DE PRODUÇÃO EM CANGUÇU COMEÇA POR AI.
NOSSA AGRICULTURA ESTA TOTALMENTE ATRASADA EM QUASE TODOS SENTIDOS DEVIDO A FALTA DE TECNICOS E AGRONOMOS QUALIFICADOS QUE QUEIRAM TRABALHAR.VEJA NA CULTURA DO FUMO BASE DA RECEITA DO MUNICIPIO ONDE TEM TECNICAS BASTANTE MODERNAS E SÃO FEITAS PELOS PRODUTORES,NA BACIA LEITERA QUEM PROCURA TECNOLOGIA TAMBÉM TEM RESULTADOS.ACHO QUE TÁ NA HORA DAS PESSOAS SAIREM E PROCURAREM EXEMPLOS DE TECNICAS DE PLANTIO E ARMAZENAMENTO PARA MELHORAMENTO DE SUAS PROPRIEDADES.
Proprietários (principalmente) e Agrônomos: uma soma de incompetências. Que horror! E por onde andam os "Secretários da Agricultura", do município e do governo estadual? Que horror!
meu amigo thertuliano isso e nome ou assombração acho que por suas palavras deve ser um acomodado em algum cargo do MPA para meter o pau nas secretarias mas queremos soluções.Quando falo de buscar tecnologia e para aumentar a produção não para criticar ninguém. E se tiver alguma tecnologia para produzir alguma cultura ou aumento da produtividade nos mande.
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