A família da jovem Sathália Pinto da Rocha, de 19 anos, encontrada morta em Pelotas, segue recebendo ameaças no celular, e decidiu deixar a residência na Colônia de Pescadores Z-3. O novo endereço é mantido em sigilo. Sathália desapareceu no dia 19 de abril, e foi encontrada morta quase uma semana depois. Os motivos do crime são misteriosos e ainda desconhecidos. Uma dívida de R$ 30 mil, cobrada através de mensagens de texto pelo celular dos pais, pode ter sido a motivação.
O corpo de Sathália foi encontrado no dia 26, à noite, a cerca de 100 metros de uma ponte de acesso à praia do Totó, próximo ao Balneário Laranjal. Um torpedo enviado pelo suposto assassino ao pai da vítima dava as coordenadas do local do crime. Ele localizou o corpo acompanhado de uma vizinha e dois policiais militares. Segundo aponta o laudo do DML, Sathália ingeriu areia e foi enterrada viva após sofrer agressões físicas.
Antes de desaparecer, no domingo, a jovem teria passado o dia na casa dos pais brincando com a filha. De acordo com os vizinhos, ela estava ensinando para a menina as danças da novela Caminhos da Índia. Por volta das 17h30min, Sathália pediu para uma das vizinhas cuidar da criança enquanto sairia para dar uma volta. Depois disso, não foi mais vista.
Sathália teria trabalhado em casa de prostituição de Canguçu
Informações dos moradores dão conta de que Sathália sumia com frequência. Certa vez, ela teria ido trabalhar em uma casa de prostituição em Canguçu. A garota só retornou depois que os familiares encontraram o paradeiro da filha da jovem, em uma chácara que cuidava de crianças. Depois disso, ela retornou à Colônia de Pescadores.
Informações dos moradores dão conta de que Sathália sumia com frequência. Certa vez, ela teria ido trabalhar em uma casa de prostituição em Canguçu. A garota só retornou depois que os familiares encontraram o paradeiro da filha da jovem, em uma chácara que cuidava de crianças. Depois disso, ela retornou à Colônia de Pescadores.
Uma moradora da colônia há 39 anos, conta que o relacionamento de Sathália com um namorado de 18 anos era conturbado. Segundo a pescadora, os dois discutiam bastante e eram usuários de crack. Inclusive a casa onde eles ficavam à noite estaria sem nenhuma mobília. Tudo teria sido vendido para comprar a droga.
Fonte: jornal Zero Hora
Fonte: jornal Zero Hora
Esta matéria é interessante? Deixe seu comentário
0 comentários:
Postar um comentário