3 de fevereiro de 2009

Caminhão perde uma das rodas enquanto trafegava pelo bairro Izabel

Por volta das 12h, um caminhão que carregava tijolos perdeu uma das rodas dianteiras quando trafegava pelo bairro Izabel. O incidente aconteceu no momento em que a condução ingressava na travessa que passa ao lado do Comercial Raízes, como mostra a imagem abaixo:
Carro da secretaria de Cultura e Esporte teria sido atingido no Centro
Um veículo Uno, de cor azul, identificado com adesivos da secretaria de Cultura e Esporte, teria sido atingido enquanto encontrava-se estacionado na rua Silveira Martins, próximo da Loja Chris Modas. De acordo com informações de um leitor, o choque teria acontecido por volta das 13h.
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4 comentários:

Anônimo disse...

O caminhão já estava lá às 12h e continua (20h), abandonado, bem no meio da rua, atrapalhando o trânsito e colocando em perigo às pessoas que passam por ali, seja a pé , de carro, moto ou bicicleta. Pelo jeito vai ficar a noite toda, sem nenhuma sinalização. Espero que não provoque nenhum acidente.
Será que é permitido abandonar um veículo no meio da rua!!!??? Colocando em risco a vida das pessoas?
Nínguém toma providência!!!???

Anônimo disse...

Nobre Diego,

Nossos comentários não são levados adiante, seria interessante fazer um debate com eles. Claro que, nem tudo que reluz é ouro. Muita coisa não dá para aproveitar.
Porém, casos como desse caminhão são aterrorizantes, imagina se a roda desse caminhão se desprende do veículo e mata, aleija, torna inválido, um transeunte que por ali vai passando.
Precisaríamos ter uma lei para veículos sem condições de trafegabilidade já. Esse caminhão vai no CRVA, passa na vistoria e acontece isso??? Menos mal que foi só isso...
É, o mundo não é mais o mesmo, enquanto alguns brigam por leis de nepotismo, etc., vai acontecendo isso em nossas ruas...
Aposto que o caminhão foi remendado com arame e colocado a transportar material pesado novamente.

Abraços,

André

Anônimo disse...

Até parece que isso é novidade no Rio Grande do Sul. Caminhões nesse estado de conservação, assim como carros de passeio são um deboche dentro do que se tem no país. Até em estados nordestinos (ditos como pobres)e onde a remuneração salarial é bem abaixo da gaúcha, veículos como o fusca, monza, corcel II, Santana (década de 90), Belina, e outras velharias são descartadas. Ninguém quer. Aliás, eles fazem questão de vender e enviar essas porcarias em caminhões-cegonhas para o R.G. do Sul. O que se vê no Nordeste e também no Norte do país são carros novos nacionais e importados como Honda, Toyota, Renault, Pegeout, etc...
Por que tem tanta "tralha" circulando no Rio Grande? É impressionante! E caros!!!
O que se precisa neste país é o mesmo que aconteceu na Espanha onde o Governo decretou a renovação de frota. Carros e caminhões velhos, com tecnologia ultrapassada e poluidores vão para desmanche e derretimento. O incentivo para a nova frota, agiliza o mercado, fomenta o setor da indústria, do comércio e gera empregos. Sem falar que o meio ambiente agradece.
Estamos em meio à uma crise de crédito internacional. Essa crise gera demissões. Então, por que não aquecer o sistema financeiro começando pela indústria automotiva vinculada a grandes parcerias com instituições financeiras com taxa de juro justa?
Está na hora de começar uma campanha no Rio Grande do Sul cobrando do Governo Estadual uma posição firme diante do Governo Federal e de atração das montadoras. Este é o momento da criatividade. Não há espaço para se queixar. O gaúcho merece circular em veículos ATUAIS; MODERNOS.

Unknown disse...

André, em uma cidade em que a seta, também conhecida como pisca, é considerado dispensável por muitos motoristas, isso que aconteceu é até fichinha!